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quinta-feira, 6 de setembro de 2018

Aoki Kotomi (Mangaká)

E comemorando 20 anos de carreira, temos a nossa querida Aoki Kotomi. Conhecida por criar histórias calientes e envolventes, a nossa talentosa e bem sucedida Kotomi continua esbanjando sucesso com seus mangás de romance. O seu trabalho mais recente é Niji, Amaete yo (Niji, dependa de mim), lançado no ano passado e que já segue no seu terceiro volume.

 Nascida em Matsuyama, no dia 7 de janeiro de 1980, a capricorniana Aoki Kotomi (青木琴美 ) começou a sua carreira em 1998, na revista Sho-Comi, com a história 99 no NA-MI-DA. Desde então, sua carreira passou por algumas fases, além de melhorias nos seus desenhos e traços. Sempre emplacando bons romances, vários de seus mangás já ganharam adaptações em OVAs e live-actions.

Conhecida por mangás como Boku wa Imouto ni Koi wo Suru e por Kanojo wa Uso wo Aishisugiteru, por exemplo, Kotomi é considerada uma das mais importantes mangakás que publicam atualmente na revista Cheese!. Certamente Boku wa Imouto é a sua história mais picante, visto que nos seus trabalhos mais recentes, suas tramas ficaram sexualmente mais leves, mas vale salientar que essa pegada mais "ousada" permeia ora explicitamente, ora mais timidamente todos os seus trabalhos.




Vejo isso como uma característica de seu trabalho, além disso, a presença do smut em seus mangás não é algo tão incomum na obra de outras autoras, como a Enjouji Maki, Yoshihara Yuki e Shigano Iori, com quem Kotomi dividiu apartamento uma vez. Só tenho a dizer que Kotomi achou a fórmula do sucesso e desde que emplacou sua primeira série mais conhecida, ela nunca mais deixou de ter seu trabalho lido e apreciado pelo público. Parabéns pelos 20 anos de carreira. E que venham mais trabalhos pela frente!!

Obras da autora:

  • Taiyou ga Ippai (1999)
  • Jesus! (2000)
  • Ashita, Anata ga Mezame tara  (2001)
  • Koisuru Heart ga No to Iu  (2001)
  • Asa mo, Hiru mo, Yoru mo (2002)
  • Ijiwaru Shinai de! (2002)
  • Boku wa Imouto ni Koi wo Suru (2003)
  • Love & Tears (2003)
  • Aishikata mo Wakarazuni (2005)
  • Boku no Hatsukoi wo Kimi ni Sasagu (2005)
  • Kanojo wa Uso wo Aishisugiteru (2009)
  • Hoppe ni Gohan (2014)
  • Ouji no Honmei ga Masaka no Watashi no Hon (2014)
  • Konna Kekkon, Masaka Watashi ga Suru Nante!? na Hon (2015)
  • Niji, Amaete yo (2017)

segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

Boku wa Imouto ni Koi wo Suru (Live-Action)

Yoooooo, minna... estou tentando organizar um pouco as coisas aqui no blog. E nessa arrumação de fim de ano, percebi que algumas postagens ficaram muito atropeladas ou até mesmo prejudicadas. Uma delas é a postagem sobre Boku wa Imouto ni Koi wo Suru. Embora numa postagem anterior, eu tenha falado sobre o mangá, o OVA e o live-action, pouca coisa ficou clara. Pelo menos ao meu ver. Por isso, estou dedicando uma postagem exclusiva para o filme. Espero que vocês gostem.

Título: 妹に恋をする/ Boku wa Imouto ni Koi wo Suru/ Secret Sweethearts/ My Sister, My Love
Direção: Ando Hiroshi
Roteiro: Aoki Kotomi & Ando Hiroshi
Gênero: Comédia, Drama, Incesto, Romance, Shoujo, Slice of Life, Smut.
Publicação: J-Movie (2007)
Nota♥♥♥

Boku wa Imouto ni Koi wo Suru, live-action japonês baseado no mangá de Aoki Kotomi (2007)

Sinopse: Yuki Iku (Eikura Nana) e Yuki Yori (Jun Matsumoto) são irmãos gêmeos e desde a infância sempre foram muito ligados. Porém, quando ambos completam 15 anos, Yori começa a tratar Iku com frieza e impaciência, mas apesar da aspereza, no fundo no fundo ele só quer esconder seus sentimentos por ela. Apesar de tentar repelir esse amor proibido, existe sempre algo que é mais forte do que a razão. Iku e Yori conseguirão viver o amor que sentem um pelo outro, lutando contra tudo e contra todos para proteger esse amor?



Essa adaptação de Boku wa Imouto ni Koi wo Suru traz a história de amor entre dois irmãos gêmeos fraternos. Não é todo mundo que se sente bem com temáticas como incesto. Entretanto, o live-action tenta dar um tom menos "agressivo" do que o mangá. Os personagens não aparecem em cenas insinuantes de sexo ou nudez, como ocorre no mangá. Uma pena, porque aposto que muitas garotas gostariam de ver o Jun sem camisa o tempo todo - risos.



Como a proposta do filme é apenas fazer uma adaptação do mangá de Aoki Kotomi, muita coisa é atenuada. Já outras são hipervalorizadas. A meu ver, o filme faz muito julgamento de valor acerca do romance entre os irmãos Iku e Yori. Principalmente quando temos personagens como Tomoka Kusunoki (Komatsu Ayaka). Tomoka é obcecada por Yori e quando descobre/suspeita que ele é apaixonado pela própria irmã, passa a chantageá-lo. Nesse ponto, temos duas coisas super erradas aí: um amor doentio por parte de Tomoka e a chantagem dela para que Yori namore com ela. Coisa de surtada, psicótica. E isso não é amor.



Além disso, a Iku no filme é demasiadamente infantilizada. O tempo todo ela aparece como aquelas personagens tipicamente desnecessárias, que só existem para serem salvas pelo mocinho. A personagem da Eikura Nana me deu raiva em diversos momentos. Embora a personalidade do Yori não tenha sido totalmente alterada do mangá para o filme, a da Iku foi drasticamente alterada. Mesmo que ela seja meiga, descuidada e inocente, no filme existe uma necessidade de infantilizá-la. A meu ver, isso soa como uma forma de atenuar a culpa que ela tem em estar apaixonada pelo irmão, cabendo a Yori a carga moral por esse amor proibido.



E isso é reforçado ao longo do filme com a presença de Tomoka e com o final triste que a história recebe. Vale salientar que o final do filme é totalmente diferente do final que tem o mangá e o OVA. Como eu disse anteriormente, como o filme faz diversos julgamentos de valor, isso não poderia ser diferente com o final do j-movie. Obviamente, esse final não destoa da proposta inicialmente dada ao filme, visto que a pegada melodramática faz-se necessária para dar sentido ao final idealizado pelo diretor. Já vou logo adiantando, preparem os lencinhos... risos.



No mais, para aqueles que quiserem saber mais sobre a história e conhecer mais sobre os personagens eu recomendo que leiam o mangá. O filme é apenas uma adaptação da série de Aoki Kotomi, ou seja, ele não é obrigado a seguir à risca o final que a autora deu à série. Além disso, a atuação do Matsumoto Jun está impecável. Se você é fã desse lindo, não pode perder a oportunidade de vê-lo atuando nesse filme. No mais, espero que vocês sintam interesse de ler o mangá após verem o live-action... Até a próxima... Kissu.



J-Movie legendado em português:
Ver online: Dopeka

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Boku wa Imouto ni Koi wo Suru (Mangá | OVA)

Antes de falar sobre a história desses dois irmãos, que aparentemente não se dão bem, mas são apaixonados um pelo outro, preciso esclarecer umas coisinhas antes. A temática de Boku wa Imouto ni Koi wo Suru é adulta, pois trata de um incesto. Por isso, ele também é classificado como Smut, termo utilizado para designar perversão, algo que foge do "normal"... Koi Kaze também fala de incesto, mas num grau mais angelical e romantizado do que Boku Wa Imouto ni Koi wo Suru. Além disso, embora o site do Baka Updates classifique o mangá como shoujo, eu discordo um pouco disso, por causa da temática se aproximar muito do josei, por ter uma temática adulta e insinuações de sexo e nudez, portanto, eu tratarei a obra como um shoujo maduro, quase um josei.

Título: 妹に恋をする/ Boku wa Imouto ni Koi wo Suru/ Secret Sweethearts/ I Love My Little Sister (Eu Amo Minha Irmã Pequena)
Mangaká: Kotomi Aoki
Gênero: Comédia, Drama, Incesto, Romance, Shoujo, Slice of Life, Smut.
Publicação:
Mangá - 10 volumes (2003)
OVA - 1 episódio (2005)
Live-Action - J-Movie (2007)

Boku wa Imouto ni Koi wo Suru, da mangaká Aoki Kotomi (2003)

Contém cenas inadequadas para menores de 16 anos (pelo menos)!!

Sinopse: Yuki Iku e Yuki Yori são irmãos gêmeos e desde a infância sempre foram muito ligados. Porém, quando ambos completam 15 anos, Yori começa a tratar Iku com frieza e impaciência, mas apesar da aspereza, no fundo no fundo ele só quer esconder seus sentimentos por ela. Apesar de tentar repelir esse amor proibido, existe sempre algo que é mais forte do que a razão. Iku e Yori conseguirão viver o amor que sentem um pelo outro, lutando contra tudo e contra todos para proteger esse amor?



Ainda não terminei de ler todo o mangá, pois ele ainda está sendo traduzido para o português. Entretanto, também pausei a leitura porque na scan a tradução está meio parada, por falta de tradutores, se não me engano.Mas enfim, vamos às minhas considerações, porque já li uma boa parte do mangá e assisti tanto ao OVA quanto ao J-Drama, e preciso fazer algumas considerações sobre eles... Vale salientar que o mangá é muito mais detalhado e diferente do filme, não faz julgamentos de valor acerca do amor entre os dois irmãos.

Primeiramente preciso dizer que a Tomoka Kusunoki (interpretada por Komatsu Ayaka), a garota que é apaixonada pelo Yori (interpretado por Matsumoto Jun), no J-Movie, é uma chantagista desgraçada... Ela é extremamente detestável e eu a odiei tanto no filme como no OVA. Em ambos, ela é obcecada pelo Yori e isso não é amor, além disso, no J-Movie, dá vontade de entrar na tela e bater nela, de dar umas chacoalhadas pra ver se ela se torna uma pessoa melhor e menos intragável. Ela sabe que o Yori não a suporta e mesmo assim, ela quer porque quer que ele seja dela. Pela nossa experiência em shoujo, qual a probabilidade de isso dar certo?

Boku wa Imouto ni Koi wo Suru, filme japonês (2007).

Além disso, vale ressaltar que a história mostrada tanto no filme como no OVA são bem atenuadas. De qualquer forma, tratar de incesto não é uma coisa lá muito aceitável pela grande maioria das pessoas. O sucesso da história vai depender muito de como o público a recebe. E sinceramente, a irmã gêmea do Yori no filme, me dá nos nervos de tão lesada que ela é. *Spoiler*: O live-action tem um final muito triste e diferente do final do mangá. No filme, depois de algum tempo, ao voltarem para o lugar onde Yori dissera que casaria com Iku, eles percebem que não valia a pena continuar com aquele amor proibido. Já no OVA, o final é muito próximo do que acontece no mangá, Yori resolve mudar de escola e de cidade e mesmo passados 10 anos longe de Iku, quando ele retorna para casa, os dois ainda estão apaixonados. *Fim do spoiler*.


Boku wa Imouto ni Koi wo Suru, OVA (2005)

Como sempre digo, ler o mangá é essencial para se ter um posicionamento sobre a história, visto que há muitas diferenças no OVA e no J-Movie, sobretudo, na adaptação fílmica. O Yori do mangá não tem uma personalidade tão diferente do Yori do OVA e do J-Movie. Mas a Iku (interpretada por Eikura Nana) é bem infantilizada e tem horas que parece uma tapada melodramática... No J-Movie, ela é muito insuportável (mas essa é uma opinião minha, tá?). Mas gosto da Iku do OVA e do mangá. Particularmente, não gosto muito quando alteram demasiadamente a personalidade dos personagens. A Iku do filme é desagradável demais e isso me fez sentir uma grande decepção com relação a ela.

Mas é como eu sempre digo, leiam o mangá!! Sei que muita gente prefere o anime por ser mais de boas, no entanto, muitos animes não contam a história completa do mangá. Enfim, eu recomendo a leitura do mangá, pois além de ser mais detalhado, dá para ter uma visão mais geral dos personagens. E uma visão menos moralizante. Fiquei meio triste com o J-Movie, eu esperava mais do filme de Boku wa Imouto ni Koi wo Suru, mas essas coisas acontecem. Ao mangá está compensando essa minha decepção. E uma boa notícia é que vi recentemente (postagem editada dia 25/04/2016) que as traduções do mangá foram retomadas. Ainda bem. Ressaltando, leiam o mangá, mas recomendo apenas para quem não se incomoda com a temática da história. Até a próxima!! Kissu!!

Contém cenas inadequadas para menores de 16 anos (pelo menos)!!




Mangá em português-PT
Scan: Fascínio Asiático

OVA legendado em português:
Ver online: Anitube

J-Movie:
 

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