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domingo, 18 de fevereiro de 2018

Can't Help Falling in Love (Pinoy)

Yooo, meus amores lindos!! I'm back!! Depois de passar todo esse tempo sem conseguir ajeitar meu computador, finalmente, resolvi o problema. Infelizmente, só consegui ajeitar depois que as minhas férias acabaram, ou seja, mesmo com tudo OK, não terei tempo para postar tão amiúde. Uma pena... mas não desistam de mim, que sempre que eu puder estarei postando e recomendando boas histórias, como esse filme filipino com o casal mais amado do meu coração! Vamos lá...

Título: Can't Help Falling in Love
Direção: Mae Czarina Cruz
Roteiro: Carmi Raymundo, Kristine Gabriel
Gênero: Comédia, Romance
Publicação: F-Movie (2017)
Nota: ♥♥♥♥♥

Can't Help Falling in Love, filme filipino (2017).

Sinopse: Gab de la Cuesta (Kathryn Bernardo) é especialista em fazer planos darem certo. Como consultora financeira, ela percebe imediatamente o que é preciso fazer para conseguir fazer as coisas acontecerem. Ela está acostumada a não lhe negarem nada e pode-se dizer que sua vida é quase perfeita. Quando seu namorado de longa data a pede em casamento, ela diz sim. Mas seu mundo é virado de ponta-cabeça quando ela descobre que já é casada com um guia turístico super alto astral, Dos Gonzales (Daniel Padilla). Enquanto eles tentam descobrir como isso aconteceu, Gab começa a quebrar as próprias regras para tentar sobreviver a essa situação confusa. Será que Gab vai escolher uma vida bem planejada com seu namorado de longa data ou ela dará uma chance a um novo modo de vida?



Todas as coisas na vida de Gab são planejadas. Não apenas ela compartilha desse estilo de vida, como seu namorado que está terminando o curso de Direito nos Estados Unidos. Entretanto, tudo vai bem, até o dia em que seu namorado a pede em casamento. Por estarem juntos há bastante tempo, desde os tempos da faculdade, Gab aceita sem pensar duas vezes. Afinal de contas, todo relacionamento longo deve terminar em casamento, não é mesmo? O problema é que Gab já é casada, embora ela não saiba como nem quando isso aconteceu.



Enquanto ela tenta resolver esse problema, para poder se casar com seu namorado, ela vai atrás do seu atual marido, Dos. O que ela não sabe é que ele também não sabia que estava casado. Os dois tentam várias coisas para cancelarem o casamento, já que as únicas testemunhas que poderiam resolver isso são inacessíveis: uma está morta e a outra está desaparecida. Nas Filipinas, divórcio é um processo muito delicado e quando Gab se vê presa a um estranho e tentando manter tudo em sigilo, por ironia do destino, as coisas começam a desandar.



Para uma pessoa que sempre planejou meticulosamente seus passos, vê-se entregue às artimanhas do destino a faz enlouquecer. Quanto mais Gab tenta resolver o cancelamento do casamento com Dos mais problemas surgem. Não é só o namorado de Gab que exerce pressão nas decisões dela, mas também a sua mãe. Gab não quer decepcionar as pessoas que ela ama, mas em que momento ela pensa no seu bem-estar? Esse desejo de sempre ser "perfeita" e de agradar a todos é que faz com que Gab quebre suas próprias regras e vá contra alguns de seus princípios. Mas não só isso, ao conviver com Dos, Gab vai percebendo coisas que ela gostaria de fazer, mas que nunca se permitira pensar nelas antes.



Apesar de ser uma comédia romântica com alguns clichês, vale salientar que a história traz alguns temas muito interessantes, mesmo que pouco desenvolvidos. Entretanto, só o fato de isso ser mencionado de alguma forma, já é uma maneira de questionar e problematizar as relações abusivas num relacionamento amoroso. Gab não tem autonomia na sua relação com Jason (Matteo Guidicelli). É ele quem decide tudo por ela. À medida que Gab se envolve com Dos, ela percebe o quanto é livre ao lado dele. O interessante do filme é explorar como uma vida planejada pode ser uma prisão com belas grades. Gab não se dava conta disso até conhecer Dos e descobrir o quanto ele se permitia fazer tudo o que queria. Não vou falar mais sobre o filme porque desejo de coração que vocês possam assistir e se apaixonarem por essa história como eu me apaixonei. Recomendo.



F-Movie legendado em português:
Mahal Dramas (download/ ver online - necessita cadastro)

sábado, 1 de abril de 2017

Barcelona: a Love Untold (Pinoy)

Yoooooooo, minna!! É primeiro de abril e adivinha quem ressurgiu das cinzas? tsc tsc... Pois é. Não vou fazer textão explicando que fiquei sumida um tempão, a vida anda corrida, é o trabalho, o curso, as bads que vêm e vão, enfim... mas ao menos hoje estou aqui para falar de um dos filmes com meu ship favorito!! Espero que vocês possam matar a saudade das minhas postagens - risos.

Título: Barcelona: a Love Untold (Barcelona: um Amor Inesperado)
Direção: Olivia M. Lamasan
Roteiro: Carmi Raymundo
Gênero: Drama, Romance
Publicação: F-Movie (2016)
Nota♥♥♥♥♥

Barcelona: a Love Untold, filme filipino (2016)

Sinopse: Ely (Daniel Padilla) é um estudante filipino que está morando em Barcelona. Sua vida é um grande malabarismo, pois ele tem que conciliar estudo e trabalho. Durante sua estada em Barcelona, Ely conhece Mia (Kathryn Bernardo), uma jovem que desistiu de sua vida nas Filipinas para tentar ser alguém em outro lugar. Apesar de realidades bem diferentes, o destino fará com que esses dois inesperadamente precisem um do outro.



Ely mora em Barcelona depois que a sua antiga namorada, Celine (Kathryn Bernardo) morreu num trágico acidente. Sentindo-se culpado por tudo que aconteceu, ele se compromete em concluir seu mestrado a fim de trabalhar na empresa dos pais da namorada falecida. Entretanto, o que ele não esperava era encontrar Mia, a sósia perfeita de Celine.



Sua relação com Mia, no início, é bem ríspida. Mia é uma garota com problemas, fugida das Filipinas por um escândalo na faculdade, a moça desiste de tudo e decide recomeçar do zero. O problema é que ela não tem onde cair morta e acaba se vendo em uma situação difícil. Mas tudo só piora quando ela é despejada e, depois de se ver desamparada por todos os seus conhecidos lá, seu caminho se cruza novamente com Ely e uma nova oportunidade pode surgir em sua vida.



Mia ainda é jovem e precisa aprender muitas coisas. Mesmo com certa relutância, Ely passa a se importar com ela e tenta de todas as formas ajudá-la a arrumar um emprego. O que no início nunca dá certo, pois Mia sempre faz alguma burrada, mas ela se encontra e passa a encorajar Ely a se dedicar ao seu sonho de ser um artista. No início, Ely só pensa em Mia como se ela fosse Celine e isso gera diversos conflitos entre os dois, além de muito sofrimento, é claro.




Esse filme tem muito melodrama e o primeiro beijo do casal nas telinhas. Primeiro beijo em filmes, porque na série que eles fazem juntos, rola beijo também. Apesar de toda a minha expectativa, o beijo deles foi super rápido. De certa forma, isso me frustrou. Mas ainda bem que ajeitaram isso e depois foi só amor. A química entre os dois é muito boa e eu, particularmente, amo os filmes que eles fazem. Mesmo que sejam aquelas histórias românticas que soam clichês, sempre tem algo que torna tudo maduro e interessante. Ely é um rapaz fechado para o amor depois da morte de Celine. Mia é uma garota inconsequente que quer tudo agora, até descobrir que a vida não funciona assim.





Gostei de a Mia ser uma personagem totalmente fora dos padrões. Ela é bonita, mas não sabe fazer nada. É chorona no início, tenta tirar proveito das coisas, é interesseira, mas tudo isso para que ela aprendesse a ser "gente". Ely, mesmo com todo o seu jeito correto de ser, é um rapaz frustrado e cético, além de traumatizado e de achar que se envolver com outra garota seria profanar a memória de Celine (um fantasma!!). O perfil de cada personagem, o fato de eles não serem o casal perfeito e de terem que passar por muitas coisas para poderem se encontrar me fez amar esse filme, que aliás, eu super recomendo desde já!! Até a próxima, meus amores! Kissu...


F-Movie legendando em português:
Fansub: Mahal Dramas (necessita cadastro)

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Must be... Love (Pinoy)

Após ter surtado horrores com Crazy Beautiful You, eu não podia deixar de conferir o primeiro filme do casal KathNiel. Não sei se realmente é o primeiro filme, mas pelo ano de publicação, Must be... Love vem antes de She's Dating the Gangster (2014). Enfim... sempre que vejo os filmes com Kathryn e Daniel juntos fico pensando em como esses filmes clichês de adolescente conseguem surpreender e sair do clichê. Mais adiante, irei falar dos motivos que me fizeram amar esse filme e chegar a essa conclusão...

Título: Must be... Love (Deve ser... amor)
Direção: Dado Lumibao
Roteiro: Melissa Chua & Roumella Monge
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Publicação: F-Movie (2013)
Nota♥♥♥♥

Must be... Love, filme filipino (2013)

Sinopse: Princess Patrícia "Patchot" Espinosa (Kathryn Bernardo) e Iván Lacson (Daniel Padilha) são amigos desde crianças. Ambos acreditam na ideia de slow motion (efeito câmera lenta) para descrever como é estar apaixonado. Durante um jogo de basquete, Patchot vê Iván andar na sua frente em câmera lenta e depois de levar uma bolada na cabeça diz ao amigo que o ama. Passado o episódio e depois de desfazer o mal entendido, Iván e Patchot seguem suas vidas como bons amigos, até a chegada de Ángel Gomez (Liza Soberano), prima de Patchot, fazer com que os sentimentos de todos fiquem à flor da pele.



Dito isso, vou falar de algumas razões para ver esse filme incrível.

1. Mais um filme com o casal mais fofo do mundo: KathNiel

O tema do filme pode ser batido, do tipo que todo mundo já viu um filme igual a esse na Sessão da Tarde, mas não. Por mais que o tema seja clichê, por mais que já tenhamos visto algo parecido com isso, ainda assim Must be... Love consegue ser diferente e ainda consegue surpreender. Mas falarei disso mais adiante.



O primeiro motivo que aponto para ver essa comédia romântica é o casal Kathryn Bernardo e Daniel Padilha. Os dois têm uma química incrível na frente das câmeras e por trás delas também. O casal atua super bem sem mencionar que a cada filme que eles fazem juntos, os dois conseguem dar vida a diversos personagens sem que você sequer os associe a algum outro personagem anterior. A forma como os dois atuam é muito interessante. Existe química entre o casal e mesmo que eles insistam em negar que namoram na vida real, para mim é quase impossível aceitar que eles não tenham nada.



2. Patchot

Patrícia é uma boa filha, boa amiga, boa companheira, gentil e bastante esforçada. A típica personagem que de tão boa prefere ver os outros felizes a fazer suas próprias vontades. Mas não é bem assim. Patchot é mais racional do que aparenta ser. E apostei nela porque é uma personagem forte, mas ela também é humana. Tem medo, sente ciúmes, sente raiva, sente-se deprimida, ao mesmo tempo em que se sente feliz e satisfeita com a vida que tem. Mas Patchot tem necessidades como todo mundo e acho que isso me fez gostar bastante dela.



Meio que a Patchot me fez lembrar de mim mesma um pouco. Não na forma de se vestir, mas no fato de não ser tão feminina. Mas vamos e convenhamos, ser feminina nesse mundo é um padrão e um modelo muito bem projetado para você não fugir dele e, se você foge dessa "caixinha" você sofre diversas consequências. No caso da Patchot, ela é vista como um cara igual aos outros caras e, ironicamente, seu primeiro nome é Princess. E por ser vista como os demais caras, ela tem sua feminilidade não só reprimida como também arrancada, afinal, a Patchot não combina com vestidos, mas será que ela não gostaria de ter um?



O fato de ela ser tão subestimada como mulher no filme me fez refletir diversas vezes sobre quantas meninas por aí a fora têm sua feminilidade julgada e medida apenas pela sua aparência. Nesse ponto, a mudança de Patchot veio como algo mais íntimo do que necessariamente para chamar a atenção de Iván. Ao longo do filme, vai sendo construída a necessidade que a personagem tem de se ver mais feminina aos seus próprios olhos e isso foi uma das razões para ele ser original em relação a um tema tão clichê em filmes de adolescente.



3. Tia Baby

Interpretada pelo ator John Lapus, tia Baby, na minha opinião, foi a personagem chave nesse filme. Embora ela apareça, inicialmente, como uma mulher triste e amargurada por ter perdido o amor da sua vida, tia Baby é uma personagem extremamente importante na trama. É ela quem, aos poucos, vai ajudando Patchot a ter mais autoconfiança em si mesma e não só isso, mas é ela quem ensina nossa protagonista a gostar de sua aparência.



Tia Baby é cabeleireira e sempre ganhou todos os títulos do concurso de penteados de noiva, no festival que acontece em maio, na cidade onde se passa a história. Tia Baby estava sem participar desse concurso há bastante tempo, mas Patchot lhe dá forças e ânimo para voltar a viver sua vida e é em agradecimento a isso que ela resolve fazer de Patchot sua modelo para o Festival. Mas o problema nisso tudo é convencer o pai de Patchot, que considera qualquer concurso de beleza pura futilidade, afinal, ele não conseguiu superar que a esposa tenha abandonado a família para seguir carreira de modelo.



4. Roteiro bem desenvolvido

Sobre o roteiro, pode-se dizer, que foi muito bem desenvolvido e com poucas falhas, apesar de que eu esperava uma atitude mais nobre da Ángel, enfim... não vou dar spoiler, mas essa Ángel me deu muita raiva em alguns momentos do filme. Ainda sobre o roteiro, falando da história em si, tudo começa quando o pai de Patchot, King (John Estrada), conhece a mulher da sua vida, a futura mãe de nossa heroína. King a conheceu num festival. O sonho da mãe de Patchot sempre fora atrelado ao mundo da moda e da beleza, por essa razão, ela se cansa de viver cortando vísceras de porco e abandona tudo para ser modelo. Por essa razão, King odeia concursos de beleza e praticamente educa Patchot como se ela fosse um menino. Nesse ínterim, ela conhece Iván e os dois crescem juntos como melhores amigos. Quando Patchot se declara para Iván, ela é ridicularizada por ele e pelos amigos. Ferida em seu orgulho e acreditando não ter mais chances com ele, desmente tudo. E ele acredita.



Um ano depois, Iván começa a ter a fama de namorador, já que nenhum dos seus relacionamentos dura muito tempo. Lavina (Sharlene San Pedro), amiga de Patchot, tenta ajudar para que os dois fiquem juntos e tudo, obviamente, não dá certo. A história, a priori, parece mais uma história clichê de amor não correspondido entre melhores amigos, mas o que seria apenas isso, evolui para algo mais complexo e mais elaborado. Claro que o filme ainda tem suas pequenas falhas, como Ángel assumir o lugar de Patchot no festival e ficar ignorando a prima, mas nada que comprometa o filme em si.



5. Não é apenas um besteirol adolescente

Um dos principais motivos que valem a pena ver Must be... Love é que ele não é o tipo de filme como o filme Diário de uma Princesa. Sei que na época em que eu vi Diário de uma Princesa, eu era adolescente e passava minhas tardes em casa vendo, de vez em quando, a Sessão da Tarde. Eu gostava desses filmes e achava a coisa mais romântica do mundo a menina mudar tudo nela para chamar a atenção do cara, mas hoje - e graças aos deuses intergalácticos - eu não acho mais graça nisso. Então você pode até perguntar, porque viu Must be... Love e gostou? Sim, gostei e vou dizer por que gostei. Must be... Love não é apenas Patchot que muda seu visual para chamar a atenção de Iván. Não é a mudança dela que faz ele automaticamente se apaixonar por ela, mas sim o fato de ele procurar em Ángel coisas que ele só tinha ao lado de Patchot.


Confundindo a Patchot com a Angel, ai... doeu até em mim...

Iván começa a se sentir frustrado no seu relacionamento com Ángel, porque - e olha só que motivo mais do que plausível - ela não era a Patchot. Ángel não gostava de basquete, não gostava de sair com seus amigos, só queria tirar foto para postar nas redes sociais, não gostava das comidas preferidas dele e mais, não estava habituada às siglas que ele usava para falar em código com Patchot e seus amigos, ou seja, não foi algo que aconteceu simplesmente porque Patchot começou a usar o cabelo solto e nem porque ficou mais "bonita". Além disso, a mudança da Patchot não é nada tão extraordinário assim. Ela começa a usar o cabelo solto e até as suas roupas, mais femininas, ainda assim se encaixam perfeitamente com seu jeito de ser. Como posso dizer que esse filme é igual a Diário de uma Princesa? Não é! Os filipinos sabem fazer filmes de adolescente com estilo. Fica a dica - risos.




Alguns devem estar se perguntando por que não falei do Iván, mas vou explicar agora... Gostei do filme e de como ele foi desenvolvido. Achei o final satisfatório, mas um pouco extravagante, digamos assim. Eu adoro o Daniel, mas não consegui gostar tanto assim do Iván. Ele não foi um personagem "massa". Iván era insensível, namorador e se deixava influenciar muito fácil pela aparência. Mas ao longo do filme ele melhora e isso ajuda muito.




Sobre os demais personagens, eu morria de rir com as cenas da mãe de Iván brigando com a ex-amante de seu marido. Assistam e vocês entenderão o motivo. No mais, tirando alguns detalhes que me incomodaram, o filme é super divertido e vale super a pena ser visto. E se você é fã de KathNiel ou amante da cultura asiática, corre lá no fórum do Somos Viciados em Doramas e se cadastra! Super recomendo.


*** Bônus ***

Momento em que Iván descobre estar apaixonado por Patchot:





Mais imagens fofas do casal KathNiel (se apaixone junte comigo *u*)






E é isso, minna... espero que tenham gostado da postagem e espero que vocês assistam ao filme... é muito bom, embora eu seja suspeita para dizer isso... No mais, até a próxima e assistam: super recomendo! *u*




F-Movie legendando em português:
Fansub: Mahal Dramas Fansub, antigo SVED

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domingo, 30 de agosto de 2015

Crazy Beautiful You (Pinoy)

Meu quarto f-movie e meu segundo filme com o casal que mais adoro: KathNiel... impossível não amar esses dois, ainda mais nesse filme em que eles estão impecáveis e o roteiro muito bem escrito. Vale salientar que é uma comédia romântica com trilha sonora dos anos 80/90, se você não curte, ok. Não veja, mas se puder dar uma chance, uma boa história que mesmo sendo clichê consegue ser maravilhosa e com uma trilha sonora das boas (quem não curte os anos 80?!) merece ser vista com certeza...

Título: Crazy Beautiful You
Direção: Mae Cruz-Alviar
Roteiro: Rory B. Quintos
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Publicação: F-Movie (2015)
Nota♥♥♥♥♥

Crazy Beautiful You, filme filipino (2015)

Sinopse: Jacqueline "Jackie" Serrano (Kathryn Bernardo) é uma jovem problemática. Sua vida é um caos e ela não tem noção do quão perigosas ou inconsequentes podem ser suas atitudes. Após um racha mal sucedido em que ela quase sofre um grave acidente, sua mãe Leah (Lorna Tolentino) decide levá-la para Tarlac, onde trabalha ajudando uma comunidade pobre e carente. Nesse lugar, Jackie conhece Kiko Alcântara (Daniel Padilha) e não só compreende coisas sobre ela mesma como também descobre algo muito mágico e incrível...



Jackie não tem uma boa relação com a mãe, que é divorciada do seu pai. Entretanto, ela tem o hábito de se envolver em situações de risco e deixar todos alarmados. Depois de apostar um racha, Jackie bate com o carro e depois desse acidente, vê-se obrigada a seguir viagem para Tarlac, após sua mãe tirá-la da cadeia por conduta imprudente. 





A rebelde Jackie agora tem que lidar com uma nova realidade: estar ao lado da sua mãe, conviver numa comunidade rural e pobre, sem eletricidade, internet e água encanada. Mas vale salientar que estamos falando de uma jovem de 19 anos e louca - risos. Jackie faz de tudo para voltar para Manila (veja imagem abaixo) e depois de algumas tentativas frustradas, acaba aceitando o trato com a mãe: suportar uma semana na comunidade nas montanhas e depois ir estudar fotografia em Nova York com tudo pago.





Nessa empreitada, Leah conta com a ajuda de Kiko para ficar de olho em Jackie. Afinal de contas, ela conhece a filha que tem, mas Jackie aceita o trato com a mãe e parte em viagem com Kiko para Tarlac. Chegando lá, ela tem que tomar conta de duas irmãs órfãs, morar numa cabana sem mobília alguma, além de acordar cedo e não ter água quente para tomar banho, aliás, ela mesma tem que ir buscar a água para tomar banho, e, particularmente, acho que qualquer pessoa depois de um "tratamento" desses ficaria mais humilde - risos...







Kiko é o filho do prefeito da cidade, Ito Alcântara (Gabby Concepcion), mas não mora com o pai. Mora com sua mãe, que vive se metendo em problemas e devendo dinheiro a várias pessoas. Apesar de não viver com o pai, Kiko é bem vindo na casa paterna, mas apenas seu meio irmão, Marcus (Iñigo Pascual), é quem lhe trata como se realmente fosse da família. A situação é tão estranha entre eles, que Kiko sequer chama o pai de pai, mas sempre se refere a ele como prefeito. Além de não ser reconhecido como filho, Kiko ainda tem que tomar conta de seus 3 irmãos pequenos por parte de mãe. Já que ela mal vive em casa e só se preocupa em sair com o namorado.





Nesse quesito, Kiko e Jackie são bem parecidos. Ambos sofreram/sofrem com a ausência da mãe, mas a situação e o contexto de ambos é bem diferente. A mãe de Jackie teve um fim de relacionamento super conturbado com o marido e ele não permitiu que ela levasse Jackie consigo. Além disso, mesmo depois de já estabelecida na vida, o ex-marido sempre a impediu de se aproximar da filha. No caso de Kiko, a mãe não foi obrigada a abandoná-los, no entanto, apesar de morar com eles, ela mal vive em casa e mal aparece, sendo uma mãe ausente mesmo estando ali perto. Mas um dos ensinamentos de Kiko nesse filme é mostrar que a escolha que fazemos faz toda a diferença. Então, você quer viver a vida toda preso ao ressentimento ou lutar porque você tem mais pessoas que dependem de você?





O plot do filme é muito legal. Jackie é uma garota inconsequente, mas tudo isso porque ela sente falta da mãe. Quando ela é "obrigada" a viajar para Tarlac, ela é assaltada e só não perde o celular porque Kiko a ajuda. Depois disso, ela se vê envolvida em ajudar as pessoas de Tarlac e começa a mudar seus horizontes. A forma como Jackie amadurece na história é muito legal. Nada é forçado e tudo acontece tão naturalmente, que você mal percebe que aos poucos ela muda o figurino da personagem, que antes era bem revoltado e, aos poucos, vai se tornando mais claro e mais "sociável". Ainda durante sua estada em Tarlac, ela se apega às irmãs órfãs e descobre uma coisa que ela nunca tinha imaginado: o amor.



O romance entre ela e Kiko é bem desenvolvido e um pouquinho de melodrama aparece nesse momento. Mas isso, a meu ver, foi bastante necessário para ajudar no crescimento pessoal de Kiko e para ajudá-lo a mudar sua relação com a mãe e com o pai. Além disso, não só a relação com seus pais muda como também sua forma de se colocar no mundo e tudo isso graças ao seu irmão Marcus, que volta para a cidade a fim de conquistar Jackie, mas enfim... está na cara que entre ele e Kiko até eu escolheria o Kiko... risos.





Sobre os aspectos do filme, a história é meio clichê, a princípio, mas a verdade é que ela se transforma. Os personagens são bem trabalhados, o roteiro não tem pontas soltas, a trilha sonora é super inusitada (porque estamos em pleno século XXI e as músicas escolhidas são dos anos 80-90). Para mim, foi uma surpresa, porque eu adoro música dos anos 80 e por incrível que pareça, ela casou perfeitamente com as cenas do filme...





Sobre a produção do filme, vi pelas fotos dos bastidores que todo mundo que participou se deu super bem, além disso, dá para perceber que os personagens da comunidade, a meu ver, realmente atuaram como figurantes de sua própria rotina (lembrando que isso é o que me pareceu). Foi lindo quando a Jackie tirou fotos de família para entregar a eles, eu senti como se eles tivessem recebido o melhor presente de todos, me emocionei pacas nesse momento, porque pra gente é tão fácil ter uma foto com quem a gente ama, mas ainda existem pessoas no mundo que não têm esse pequeno privilégio. E achei super fofo o entrosamento de todos da equipe, muito amor *u*






Todos já estão vendo que estou acabando a postagem, mas deixo mais cenas fofas para vocês... KathNiel são perfeitos demais juntos, uma loucura! - risos. Além disso, sou super suspeita para comentar, afinal, já sou fã incondicional desses dois e sim, assistirei Must be... Love o mais rápido possível, preciso de mais cenas/momentos com esses dois <3





E é isso, amores... vou indo nessa e não deixem de assistir. Super recomendo... depois desse filme não sei mais por qual filme com KathNiel meu coração bate mais forte... é muito amor entre esses dois na telinha... Amo demais. RECOMENDADÍSSIMO! Se não viu ainda, corra pra ver!





F-Movie legendado em português:
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