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domingo, 12 de abril de 2020

Kiss (Mangá)

Yooooo, minna... Acho que estou inspirada hoje. Resolvi terminar de ler esse mangá que eu estava protelando há um bom tempo, mas vamos lá. Já falei que estou adorando o leitor online do Mangás Space? Se não, aproveito a oportunidade para dizer que estou curtindo muito!! Tanto que estou devorando vários mangás traduzidos por eles, não deixem de conferir.

Título: キス/ Kiss
Mangaká: Matsumoto Tomo
Gênero: Comédia, Drama, Musical, Romance, Sensei, Shoujo, Slice of Life
Publicação: Mangá - 8 volumes (1996)

Kiss, da mangaká Matsumoto Tomo (1996)

Sinopse: Ogawa Kae é uma garota pouco feminina. Sua mãe, a fim de torná-la mais afeminada, resolve colocá-la numa escola de piano. Lá, Kae conhece Goshima Masayuki sensei, o seu terrível professor particular. Mas o que poderia ser uma guerra eterna acaba terminando numa grande paixão. Entretanto, será possível para os dois continuarem juntos diante da grande diferença de idade entre eles?

Diferente de muitos shoujo que eu li, Kiss conta uma história de amor um pouco mais adulta mesmo que envolva uma adolescente de 16 anos e o seu professor, que é bem mais velho do que ela. Kae estuda com Goshima-sensei desde os 11 anos e, embora ele seja um professor muito exigente, a nossa heroína se mostra um tanto quanto rebelde e cheia de opinião própria. Para ser sincera, interessei-me por essa história por ela também tratar de aulas de piano, já que eu gostei muito de Nodame Cantabile, mas vale salientar que esse mangá passa longe de apenas focar na música.





Para ser honesta, não gostei tanto assim desse mangá. Os traços não são muito bonitos e a história em si é um pouco difícil de engolir. Embora seja comum ver shoujo com romances envolvendo aluna e professor, Goshima-sensei é muito grosseiro e pouco carinhoso com a Kae, além disso, ele fuma muito e sempre parece meio controlador. Enquanto isso, apesar de a Kae ser rebelde e dizer tudo o que tem vontade de dizer, não me agradou a maneira como esse casal foi construído nesse romance. A diferença de idade é grande e mesmo que eles insistam em manter o namoro, há muitas críticas a eles como um casal.

A Kae ainda é muito infantil, no entanto, ela vai amadurecendo e se dedicando mais ao piano. Gostei do fato de ela não mudar o seu jeito de ser, ou seja, de não se tornar feminina para agradar a mãe, por exemplo, mas mesmo assim, não gosto de como se dá o relacionamento dela com o Goshima-sensei. É sempre um relacionamento permeado por briguinhas e birras e fisicamente a Kae é muito meninona, o que de certa forma incomoda e pouco me convence que o Goshima-san queira estar ao lado de uma menina, entretanto, eles continuam juntos enfrentando tudo e todos. Talvez o fato de a história ter sido publicada em 1996 tenha alguma relevância, não sei se pela época poderia ser "aceitável", mas eu sinceramente não gostei tanto do mangá como eu pensei que gostaria. No mais é isso, pessoal, até a próxima!! Kissu...



Mangá em português:
Mangás Space (download/ ler online - completo)

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Code Geass: Hangyaku no Lelouch (Anime)

Faz um tempinho que vi esse anime e posso dizer que é uma daquelas histórias super bem elaboradas!! Nada do que acontece não foi pensado antes. Se você gosta de histórias desse tipo, então, não pode deixar de ver esse anime!!

Título: コードギアス/ Kōdo Giasu/ Code Geass: Hangyaku no Lelouch
Roteiro/ Arte: Ichirou Ookouchi/ Majiko!
Gênero: Ação, Drama, Mecha, School Life, Sci-fi, Sobrenatural
Publicação:
Mangá - 8 volumes (2006)/ Licenciado pela JBC
Anime - 2 temporadas - 50 episódios (2007-2008)

Code Geass: Hangyaku no Lelouch, história e arte de Ichirou Ookouchi e de Majiko! (2006-2010)

Sinopse: Ano 2010 do calendário imperial. O Japão, derrotado na guerra contra o Império da Britannia, perdeu seus direitos, sua liberdade e agora é conhecido apenas pelo nome “Área 11”. Os “Eleven”, como são chamados os japoneses, sofrem abusos por parte do governo e cidadãos britannianos, e frequentemente cometem atos terroristas para tentar se livrar do domínio exercido pelo Império. É nesse mundo que vive Lelouch Lamperouge, um jovem rapaz muito inteligente com um segredo: ele é na verdade o 11º príncipe Lelouch VI Britannia, sucessor ao trono da Britannia. Porém, seu maior desejo é destruir o Império e seus governantes, por culpá-los pela morte de sua mãe e pela doença da irmã. (Retirado do site da JBC).



Então, como eu bem disse lá no comecinho da postagem, faz um tempinho que vi esse anime e posso me equivocar com algumas coisas... espero que isso não aconteça. Então, vamos lá... Eu comecei a ver esse anime por recomendação do meu namorado. Na verdade, esse é o anime preferido dele e depois que eu assisti, entendi o porquê. Code Geass não é uma história bobinha, nem é daqueles thrillers que se propõem a ser fodas e não conseguem ter êxito. Code Geass é uma história hermeticamente pensada.




Não cheguei a ler o mangá, mas o anime é impecável. Somos o tempo inteiro surpreendidos pelos planos super bem arquitetados do Lellouch. Mesmo quando pensamos que dessa vez ele levou uma rasteira, na verdade, tudo já estava calculado. É como se Code Geass fosse um jogo de xadrez jogado por mentes brilhantes. Cada passo já foi pensado e para cada jogada um contra-ataque à altura.




O anime tem duas temporadas, cada uma dividida em 25 episódios. Na primeira parte, conhecemos Lellouch e a situação da Área 11, que é onde ele mora com a irmã cadeirante e cega, Nunally. Lellouch e a irmã são filhos do Imperador de Britannia, mas muito longe da sucessão. Mas após presenciar a queda de um avião militar britanniano, Lellouch liberta, sem saber, uma garota selada numa cápsula no meio dos escombros. Ao serem encurralados pelos soldados, a garota firma um contrato com Lelouch, lhe concedendo o misterioso “Poder do Rei”. Em troca, ele deverá realizar o desejo que ela possui. Agora, sob o codinome “Zero”, Lelouch usará esse poder para iniciar uma rebelião contra o Império, mesmo que isso também signifique lutar contra seu querido amigo de infância Suzaku, soldado do exército britanniano.




É diante desse contexto, desse jogo de poderes e interesses que Lellouch desafiará o Império de Britannia usando como subterfúgio o Poder do Rei que possui. Entretanto, o que ele não sabe é que ele não é o único a dispor desse poder. No caminho para a sua rebelião ele enfrentará muitas batalhas e muitas perdas, inclusive, a morte de sua irmã mais querida, Euphemia. Ainda nessa batalha, Lellouch descobrirá até que ponto pode confiar em Suzaku e em CC, a misteriosa garota que lhe deu o Poder do Rei.




Uma história muito foda, muito bem produzida e arquitetada. Vale super a pena conferir. Se você ainda não viu e é fissurado em thrillers desse tipo, tá esperando o quê? Pare tudo o que estiver fazer e corre para ver esse anime fan-tás-ti-co!! É uma pena que é um anime pouco lembrado, não entendo por que se é uma história tão incrível. No mais, super recomendo que assistam. Vale muito, muito a pena assistir a essa série!! Até a próxima, chibis... Kissu.




Mangá em português - sem link
Licenciado pela JBC

Anime legendado em português:
Download: Anbient
Ver online: Animeq; Anitube; Crunchyroll

terça-feira, 17 de março de 2015

Chou yo Hana yo (Mangá)

Como mencionei numa postagem anterior, achei Chou yo Hana yo muito parecido com outra história famosa do mundo dos josei. Mas na verdade, como Chou yo Hana yo foi publicado 3 anos antes, fiquei pensando que essa outra obra teria imitado algumas coisas... Apesar das semelhanças (não na história, mas na personalidade de alguns personagens), preferi tratá-las como histórias independentes e originais. No final, é isso que vai se delineando ao longo da leitura dos dois... no final, são duas histórias diferentes e divertidas. Ainda bem que não houve plágio... ficaria muito triste se fosse isso.

Título: 蝶よ花よ; 蝶子小姐/ Chou yo Hana yo/ Butterflies, Flowers
Mangaká: Yoshihara Yuki
Gênero: Comédia, Josei, Romance, Smut
Outros Títulos: Blanc Marié (2009)
Publicação: Mangá - 8 volumes (2006)

Chou yo Hana yo, da mangaká Yoshihara Yuki (2006)

Contém cenas inadequadas para menores de 18 anos.

Sinopse: Kuze Chouko nasceu numa família rica tradicional do Japão, mas alguns anos depois, seu pai entrou em falência e a sua família vendeu todas as suas riquezas para pagar seus funcionários. Para ajudar seus pais a ter uma renda extra, Chouko decide trabalhar como secretária numa empresa de construção. Enquanto seus pais tocam um negócio de vender soba, ela se esforça para ser uma excelente funcionária na empresa. Por coincidência do destino, o seu chefe é nada mais nada menos que seu antigo pajem quando ela era criança, Masayuki Doumoto. Seu antigo servo, agora é seu chefe. E agora, como lidar com essa inversão de papéis tão confusa?

Quando comecei a ler esse mangá, fiquei meio receosa achando que ia ser uma história lesa. Tinha muita coisa sem noção, como o cara perguntar à protagonista na frente de várias pessoas numa entrevista de emprego se ela era virgem. E pior, ela responde à pergunta! Eu não estava conseguindo sentir empatia pela história. Chegou um momento em que parei no capítulo 25 e não conseguia mais ter vontade de continuar. Até que finalmente, resolvi concluir esse mangá. E voilà! Estou eu aqui escrevendo essa resenha para vocês. Talvez alguns gostem do que vou dizer, talvez outros odeiem, mas essa é a minha opinião sobre essa série. Cada um pode ler e tirar suas próprias conclusões, essas são as minhas, tá?

Uma das coisas que me incomodaram bastante na história foi a cansativa repetição da situação de Chouko e Doumoto. O tempo inteiro é enfatizado que ele agora é seu chefe, mas que há anos atrás foi seu servo. E isso foi chato por quê? Porque o tempo todo o Doumoto trata Chouko como apenas sua senhora. O cara ama a Chouko e não consegue parar de se sentir um servo dela?!! Eles são namorados! Gente, isso me irritou pacas! Mas tirando isso, gostei bastante do desenrolar da história.




A Chouko é uma personagem forte, elegante e adorável, embora seja meio estabanada em alguns momentos. Doumoto faz a linha sexy-tarado-comportado, mas não chega a ser um sádico sexual, como o personagem Mamiya Hokuto, de Hapi Mari. Às vezes, Doumoto aparece como um grande tarado, mas nada exagerado nem forçado. A relação dos dois, claro, excluindo a parte em que sempre é enfatizado que ele se comporta como seu servo, é bem divertida. São muito engraçadas as brigas dos dois. As caras e bocas que os personagens fazem são hilárias. Chou yo Hana yo é uma história muito divertida mesmo. Depois que resolvi continuar a leitura, pude perceber isso, eu me divertia pacas lendo os capítulos.

Os personagens secundários são ótimos também. O que no início me fez associar alguns personagens de Hapi Mari com os de Chou yo Hana yo, mas depois a gente percebe que é só impressão mesmo. No começo, achei que o fato de Chouko e Chiwa serem loiras, estarem em posição social abaixo do companheiro, que é bonito, forte, másculo, sádico e até certo ponto, extremamente protetor e ciumento fossem quase indícios de: "opa"!, peraí, será que são histórias cópias? Ufa! Não, não são. Como disse, o que há de semelhante entre os personagens de um mangá e do outro, são os tipos de personalidade que alguns personagens têm. Por exemplo, em Hapi Mari tem a personagem Souma, que é "braço direito" de Mamiya e ainda por cima consegue ser bela, mas guarda um segredo, ela tem 55 anos. Já em Chou yo Hana yo, temos Suou-san, que é como o "braço direito" de Doumoto e extremamente bela, mas o segredo é que Suou é um homem que gosta de se travestir. [Alguém lembra de LovCom e do personagem Seiko-chan? Pois é, só que Suou-san gosta de se travestir, mas se apaixona por uma mulher? Então, ele não é gay? Enfim... pensei que ia ter um ganchinho de yaoi no meio, maaas... não rola isso].

Suou-san é maravilhoso. É o personagem que eu mais adorei na trama. Pena que eu achei que ele foi pouco explorado. Também senti que Lady Makie, de quem o presidente da empresa, Yanagi Koudou, é tio, poderia ter mais aparições. Ela e Suou-san eram muito divertidos juntos. Ah, diferente de Chiwa, Chouko nunca namorou antes, todas as suas primeiras vezes, digamos assim, foram com o Doumoto. E sério, minna, tinham momentos em que Doumoto era ridículo. Mas não a ponto de você chegar a detestá-lo, mas ele se passava por cada papel. Até brigar com o Yanagi-senpai para "resgatar" a Chouko de volta.




Longa história essa... assim como Chiwa se vê encurralada por dois pretendentes não tão pretendentes assim, também aparecem dois pretendentes pleiteando o coração de Chouko: Yanagi e o seu futuro sucessor na presidência, Ootaki. Mas nenhum dos dois tem chance. Entretanto, o Ootaki consegue ser muito escroto ao enganar Chouko durante uma viagem de negócios. Não vou entrar em detalhes em como e por que isso acontece. Leiam para descobrir. Risos. Ah, também aparece um personagem do passado de Chouko, que também fora servo nas terras de sua família, Jinguuji Reibun. Ele é aquele personagem que só surge para fazer mais raiva ao Doumoto do que de fato querer ficar com a Chouko. Sim, outra coincidência de elementos entre as duas histórias é o surgimento das ex-namoradas dos protagonistas. Enquanto que em Hapi Mari, Shitara Misaki faz um inferninho na vida de Chiwa, Wakabayashi Kaori não só faz inferninho na vida de Chouko como ainda se torna sua superiora no departamento de secretariado. Só pode ser azar isso, maaas, depois tudo se resolve. E tanto em Hapi Mari quanto em Chou yo Hana yo, as duas "vilãs" acabam sendo expectadoras e meio que se redimindo de alguma forma: deixam a protagonista em paz.

Não estou com isso querendo dizer que as duas histórias se imitaram. E menos ainda que a Enjouji-senpai, uma das mangakás de que mais gosto, tenha imitado elementos de Chou yo Hana yo. Tanto Enjouji Maki quanto Yoshihara Yuki são mangakás muito respeitadas pelo trabalho que fazem e por serem especialistas no mesmo gênero, é meio difícil não utilizar clichês tão comuns nesse universo. Adorei Hapi Mari. No início, não levei muito a sério, mas me surpreendi depois. Porque era impossível não gostar dos personagens. Com Chou yo Hana yo senti algumas dificuldades em simpatizar com o fato de Doumoto sempre se colocar abaixo de "sua dama" mesmo eles sendo namorados, apesar da nobre atitude de ele de tentar resgatar as terras da família Kuze, era muito chato ler tanta servidão. Mas no final, a história me cativou e eu gostei muito da Chouko. E mais ainda da sua família. O irmão da Chouko é super sem noção. Ele se apaixona pelo Suou-san jurando que ele é uma mulher... dá pra rir bastante com as picuinhas entre Misahiko (irmão caçula de Chouko) e Doumoto. Parecem duas crianças.

Sobre a história, como disse antes, descartando tudo que me chateou na trama, super recomendo que vocês leiam. Se você é fã de josei e curte smut esta é uma ótima pedida. Chou yo Hana yo é uma história divertida que traz o relacionamento de uma antiga dama com seu servo que agora têm de lidar com uma inversão gritante de papéis. Mas a pergunta que não quer calar, tem como isso dar certo? Chouko ainda é uma dama e Doumoto um mero servo. Muitas emoções e reviravoltas te aguardam nessa história. Recomendo.

Contém cenas inadequadas para menores de 18 anos.


Mangá em português:
Scan: Redisu (sem download)
Ler online: Union Mangás

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sábado, 25 de outubro de 2014

Gokujo. Gokurakuin Joshikou Ryou Monogatari (Anime)

Comecei a assistir a esse anime, porque descobri que era baseado num mangá da Miyazaki Maya. Só dei uma chance, porque Miyazaki Maya é a mesma mangaká de /Blush-DC ~Himitsu~. Obviamente, se você não curte histórias com ecchis, pode não gostar desse anime/mangá...

Título: ゴクジョッ。極楽院女子高寮物語/ Gokujou/ Gokujo. Gokurakuin Joshikou Ryou Monogatari
Mangaká: Miyazaki Maya
Gênero: Comédia, Ecchi, Nonsense, School Life, Seinen, Shoujo-Ai
Outros Títulos: /Blush-DC ~Himitsu~ (2008)
Publicação:
Mangá - 8 volumes (2008)
Anime - 12 episódios (2012) + OVA

Gokujou, da mangaká Miyazaki Maya (2008)

Contém cenas inadequadas para menores de 18 anos.

Sinopse: Akabane Aya é uma garota extremamente arrogante e bonita. Ela vai estudar numa escola só para garotas, a Gokurakuin Academy. Lá, ela encontra suas duas amigas, Toro Konatsu e Nanasato Ai. No entanto, Aya faz de tudo para ser melhor do que todas as garotas da sua turma, mesmo que isso lhe custe a ira das demais ou ainda passar por ridículo só para ser a garota mais sexy e mais bonita da escola.

Gokujou fala das desventuras "bem-humoradas" de Akabane Aya. Por ser extremamente arrogante, Aya se submete a situações super inusitadas e até ridículas só para parecer melhor do que as outras garotas da escola. A Gokurakuin é uma escola de elite só para garotas e quem conhece o estilo de Miyazaki Maya, cujas obras são voltadas, sobretudo, em sua maioria, para o público adulto masculino, pode esperar insinuações de yuri e cenas de "sexo", lembrando que nessa história, diferente de /Blush-DC ~Himitsu~, não há temas pesados ou cenas de sexo explícito, apenas insinuações, ou seja, apenas flagrantes de yuri muitas vezes provocados por mal entendidos, como esses do episódio da calcinha:




Além de tentar ser a garota mais sexy e bonita da escola, Aya é super violenta e dominadora, sobretudo, com sua amiga Konatsu. Tem momentos em que ela é super assustadora. Dá até dó da Konatsu-chan. Como a história desse anime não tem um enredo definido, sendo cada episódio uma história independente, vou falar um pouco das personagens. Vale salientar, que a história do anime é super sem noção (isso também vale para o mangá). Ah, e quando eu digo que o anime é sem noção, é porque quem já assistiu a Lucky Star ou a Acchi Kocchi vai entender o que estou querendo dizer.

Mas antes de falar das personagens principais, devo esclarecer duas coisas: Aya tem uma irmã mais velha, chamada Saya, que é super kawaii, gentil e bonita (aparentemente). Aya detesta qualquer possibilidade de ter sua irmã por perto, principalmente, na escola. Sobre Konatsu, ela é uma garota boba e bem meninona e costuma sempre ser a vítima das agressões de Aya. Elas estrelam o episódio da calcinha, do soluço e tantos outros... a Aya costuma ser impiedosa mesmo.

Aya puxando Konatsu pelo cabelo num de seus momentos de fúria.

Akanabe Aya: Ela é a típica colegial popular, está sempre preocupada em estar na moda e faz tudo o que quer. Apesar disso, Aya é super pavio curto e costuma descontar sua raiva e frustração (leia mau humor) em Konatsu-chan. Apesar de ser bem violenta com Konatsu, Aya morre de medo de sua irmã Saya e da enfermeira Oku Kaname.

Kurihashi Minami: Recém transferida do exterior, Minami é extremamente tímida e não costuma olhar no rosto das pessoas, referindo-se a todos e a cada um deles como "Potato Girl". É eleita pelo professor, como agente de saúde da turma. Sua consultas são sempre realizadas no consultório da enfermeira Kaname, para desespero de Aya, por quem, supostamente, Minami sente-se apaixonada.

Minami e Aya na enfermaria.

Nanasato Ai: Uma das amigas de Aya. Ai-chan é doce, calma e equilibrada. Tem grande admiração por Aya, mas morre de pavor só de imaginar cair em seu desagrado.

Toro Konatsu: É o saco de pancadas de Aya. Sempre que Aya está com raiva ou de mau humor, ela acaba sendo jogada de um lado para o outro ou suspensa pelo cabelo pela amiga violenta. Apesar de tudo, Konatsu também tem grande admiração pela amiga e se sente atraída por coisas fofas. Ela também é alvo das fantasias sexuais de Madoka.

Oowada Madoka: Chamada por Aya de "Monster Boob" (monstro dos "peitões"), Madoka sempre tem fantasias sexuais com Aya e Konatsu-chan. 

Da esquerda para a direita: Konatsu, Ai e Madoka.

Aya (de costas), Konatsu e Ai.

Utsunomiya Asuka: Colega de sala de Aya. Asuka é misteriosa e raramente sorri. Sua primeira aparição é no episódio do soluço, quando tenta exorcizar o fantasma que está causando o soluço em Aya. Asuka é especialista em artes ocultas, misticismo e magia negra. Ela é "obcecada" em ficar com Aya, mas toda vez que tenta beijá-la, alguma coisa dá errado.

Particularmente, gostei muito dessa personagem, Asuka é a típica personagem misteriosa e é uma pena mesmo que não tenha muito espaço na história para falar sobre ela. Suas aparições nos demais episódio são bem curtas, quase como uma figurante, mas nos episódios em que ela tenta ter ou fazer alguma coisa com Aya são muito hilárias.




Akabane Saya: Irmã mais velha de Aya. Para as demais pessoas, Saya parece ser uma garota doce e gentil, no entanto, Saya é uma pessoa extremamente sádica e quando se junta com a sua melhor amiga, Kaname, são duas delinquentes arrasadoras e temidas (sobretudo, por Aya, que morre de medo das duas). 

Oku Kaname: Enfermeira da escola Gokurakuin. Kaname é uma pessoa perigosa e junto com Saya pratica vários atos ilícitos, como rachas e vandalismo. Costumam se vingar das pessoas espancando-as com espadas de madeira, como no episódio dos morangos mofados. Oku costuma aparecer em cena sempre pilotando sua Harley Davidson em alta velocidade, ora acompanhada de Saya, ora levando Saya enquanto esta arrasta Aya com elas contra a sua vontade, claro.

Kaname e sua entrada triunfal na enfermaria.

Kaname e Saya.

Para quem acompanha o blog, já deve saber que eu não gosto de histórias assim, mas é impossível não achar a Aya engraçada. Ela não tem nada das mocinhas que conhecemos. Ela é bonita, sim; mas é arrogante, se acha a gostosona do pedaço e paga o maior mico em várias cenas. Assistam ao episódio da piscina, se não me engano, é o episódio 4. Ela se supera em casa episódio, mas eu rachei o bico com as loucuras e ideias nonsenses dela.

De qualquer forma, eu quis dar uma chance a esse anime. Os episódios são bem curtinhos, têm em média seis minutos cada. Eu assisti a todos os episódios de uma vez só... No início, pensei que tivesse yuri, mas a proposta não me decepcionou. Não foi como aqueles animes que te desestimulam para sempre, como por exemplo, 1+2=Paradise. Já estou encerrando a postagem, como gostei muito da Aya-chan, vou postar duas imagens bônus dela.


Sensualizando no episódio da piscina, sqn...

Só recomendo esse anime para quem curte histórias nonsenses, que contenham ecchi e insinuação de yuri, ou seja, shoujo-ai. Para os demais, se quiserem dar uma chance, vocês podem gostar bastante. No mais, recomendo que se dê uma chance... A Miyazaki Maya surpreende em suas histórias, mesmo numa que não faz sentido nenhum desde o início.

Contém cenas inadequadas para menores de 18 anos.





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Ver online: Animeq; Anitube

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sábado, 14 de junho de 2014

Chobits (Anime)

Assisti a esse anime há um tempinho atrás, mas só agora criei coragem para falar dele. Esse anime é mais uma mostra da versatilidade do grupo Clamp, que consegue alcançar diversos públicos com histórias que podem ser lidas/assistidas por qualquer um.

Título: ちょびっツ/ Chobits/ Chobittsu
Roteiro/ Arte: Ohkawa Ageha/ Apapa Mokona (Clamp)
Gênero: Comédia, Cotidiano, Ecchi, Romance, Sci-fi, Seinen
Outros Títulos: Guerreiras Mágicas de Rayearth (1993); A Pessoa Amada (1995)
Publicação:
Mangá - 8 volumes (2001-2002)/ Licenciado pela JBC - 1ª edição - 16 volumes (2003)/ Nova edição (2015)
Anime - 24 episódios (2002)
Especial - 2 episódios/ OVA - 1 episódio (2002)

Chobits, mangá do grupo Clamp
Sinopse: Hideki Motosuwa é um jovem rapaz que mora no interior do Japão. Triste por não ter passado no vestibular e já com 18 anos, Hideki decide fazer um cursinho preparatório em Tóquio. Chegando lá, Hideki se depara com uma realidade totalmente diferente da sua, enquanto na sua cidade ele vivia alimentando as vacas e lendo revistas pornôs, em Tóquio ele vê várias pessoas carregando ou sendo acompanhadas por vários robôs de companhia, chamados persocons. Imediatamente, Hideki deseja ter um como todo mundo, mas descobre que ter um persocon é muito caro e para conseguir um terá que trabalhar muito. No entanto, numa certa noite, ao caminhar pela rua, Hideki encontra uma persocon jogada no lixo. Achando ter encontrado a sorte grande, Hideki leva o "robô" para casa e ao ligá-la, dá-lhe o nome de Chii. Mas o que ele nem sequer imagina é que ter a Chii ao seu lado lhe fará se envolver numa trama muito mais complexa do que ele poderia resolver: afinal, sua vida agora está ligada à lenda do ser mitológico chamado Chobit.

O ser lendário: Chobits.

Adoro essa história, ainda não li o mangá, vi apenas o anime, os especiais e o OVA, mas como o grupo Clamp sempre está por perto na hora da produção do anime de suas histórias que mesmo não lendo o mangá podemos ter a certeza de que a história do anime é bem fiel, mas pretendo ler os oito volumes, não sei quando, mas pretendo (risos).

A Chii-chan é uma fofa, super meiga e prestativa. No início, a Chii não fala nada, apenas diz o seu nome e o de Hideki. Chii tem uma forte ligação com Hideki e com Chitose Hibiya, a dona da pensão onde eles moram. Além deles, Chii conta com a ajuda de todos os amigos de Hideki, inclusive de Shinbo e do gênio adolescente, Minoru Kokubunji. Minoru ajuda Hideki a desvendar os segredos por trás das lembranças fragmentadas de Chii-chan, principalmente sobre a possível ligação de Chii com o lendário Chobit.

Hideki é um cara muito simples e inocente. Após começar a frequentar as aulas do cursinho, ele se apaixona pela sua professora, Takako Shimizu. Mas Takako é uma mulher casada e está enfrentando muitos problemas pessoais, problemas esses que Hideki nem sabe. Apesar de cultivar uma paixão platônica por ela, Hideki precisa arrumar um emprego logo, pois precisa pagar o aluguel todos os meses. Sua vida pacata só vai ter um grande sobressalto quando ele descobre que o seu melhor amigo, Shinbo e a professora Takako têm um caso e quando esses dois fogem escondidos.

Da esquerda para a direita: Takako, Shinbo,
Hideki e Chii-chan.
Chii é muito esperta e logo vai aprendendo ao poucos novas palavras e, sobretudo, a ler. Existe um livro que resume bem a história de Chii-chan: toda a verdade será desvendada quando Chii encontrar seu verdadeiro amor e que esse alguém a ame do jeito que ela é, só assim ela será humana também. Esse livro é o que a própria Chii lê ao longo do anime e do mangá.

Tudo corre de forma bem simples no anime, a vida de Hideki e de Chii se passa de forma tranquila e pacata. Enquanto isso, Minoru vai pesquisando o que seria a imagem recebida via email com a imagem da suposta Chii e o nome Chobits em sua perna. A misteriosa dupla formada por Ziemma e Dita continuam espreitando de longe os passos de Chii-chan, já que eles estão ligados ao seu passado esquecido.

Se aproximando do final da história, fica claro que a verdade ainda está longe de ser totalmente esclarecida. É nesse momento também que Chitose revela parte do passado de Chii-chan. O próprio enredo vai dando pistas sobre isso. Quando Chii foge pela primeira vez, todos os persocons entram em transe, param de funcionar e até um black-out acontece. Ao fechar os olhos, uma Chii negra (Freya) fala com a inocente Chii (Eruda) e esta sabe muito mais coisas sobre o passado de Chii-chan do que ela mesma.

O mais legal de Chobits é que todos os personagens se desenvolvem independentemente da história de Chii-chan. Minoru e Yuzuki (sua persocon, criada por ele mesmo após a morte de sua querida irmã), Takako e Shinbo, Kotoko (mini persocon que vive com Hideki e Chii-chan enquanto Shinbo não aparece) e até mesmo os personagens que estão perseguindo a Chii: Ziemma e Dita. Mas no fim, essas histórias se cruzam ora com Hideki, ora com Chii-chan.

Enquanto você é iludido com a tranquilidade da história do anime, se aproximando do episódio 17, mais ou menos, a história começa a tomar um rumo mais frenético, as descobertas mais importantes começam a ser expostas e Freya e Eruda passam a aparecer mais. Chitose mal aparece nas cenas do anime, mas é peça chave para o desfecho: é ela quem sabe de todo segredo em torno de Chii-chan e mais, ela também tem ligação com o seu passado.

Minna, é muito nostálgico falar de Chobits já que ela é uma das histórias que mais gosto!! Vale muito a pena conhecer a história de Chii-chan e Hideki e, claro né, para vocês entenderem e saberem quem são Freya e Eruda e por que elas aparecem nos sonhos de Chii-chan, então, mais do que recomendado que vocês leiam o mangá e/ou assistam ao anime =D




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Download: Anbient
Ver online: Animeq; Anitube

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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Cat Street (Mangá)

Cat Street é o tipo de mangá que você começa a ler e não quer mais parar. Comecei a ler ontem e confesso que não consigo parar, a vontade de ler e de saber o que acontece a cada reviravolta é sem fim... Ainnnnnnn...... estou super ansiosa para saber como termina essa história \\o

Título: キャットストリート/ Kyatto Sutorīto/ Cat Street (Gato de Rua)
Mangaká: Kamio Youko
Gênero: Drama, Romance, Shoujo, Slice of Life
Outros Títulos: Matsuri Special (2008)
Publicação:
Mangá - 8 volumes (2004-2008)
Live-Action: J-Drama - 6 episódios (2008)

Cat Street, da mangaká Kamio Yoko (2004-2008), do famoso shoujo Hana Yori Dango.

Sinopse: Keito Aoyama é uma atriz mirim de grande sucesso. Porém é uma criança solitária e triste, pois seus amigos da escola sempre foram cruéis com ela. Certo dia, ao conseguir um grande papel, Keito descobre que fará o papel com outra garotinha, iniciante e inexperiente, Sonoda Nako. As duas ficam super amigas, mas na verdade, Nako tinha inveja de Keito e na apresentação final, Nako trai a confiança de Keito que chocada, perde a voz e o espetáculo acaba sendo um fracasso. Com a sua carreira arruinada, Keito se isola do mundo e passa 7 anos longe de tudo e de todos. Mas como coisas boas ou ruins acontecem na vida o tempo todo, Keito conhece uma escola diferente e lá, além de fazer amigos, começa a ver as coisas por novas perspectivas.

É verdade, os traços não são dos mais belos, mas Hana Yori Dango também não tem os traços mais encantadores do mundo entretanto, ambas as histórias compensam tudo isso. Cat Street traz a história de Keito Aoyama que acaba fazendo amigos e saindo da bolha antissocial em que vivia. A partir daí, a história nos mostra uma Keito inocente que aos 16 anos não sabia quase nada sobre a vida e depois uma Keito mais madura, mais profissional e retomando a sua carreira tentando dar a volta por cima.


Da esquerda para a direita: Keito, Kouichi, Rei e Momiji.
Minnaaaaaaaaaa.... não tem como não amar esse mangá.... Estou viciada!! A história é perfeitamente perfeita! Me emocionei bastante \\o

Enquanto eu escrevia esse post, eu terminei de ler a história da Aoyama e sim, vale super a pena ler cada detalhe!!

A Sodona Nako é uma nojenta!! Mas mesmo assim, *spoiler* ela acaba ajudando Keito a se reerguer, meio que a Nako dá um empurrãozinho para que a Keito volte à antiga profissão. *fim do spoiler*.

Vou tentar ser bem sucinta e estragar o mínimo de surpresas de vocês. Então vamos lá... Quando Keito travou no palco e o espetáculo virou um desastre ela teve que reembolsar todos os ingressos vendidos, além disso, depois que tudo isto aconteceu, Keito se trancou em seu quarto e se isolou do mundo por sete anos. Mas um dia ela conheceu um cara que a levou para o El Liston, conhecida por ser uma "Escola Livre". Apesar de sua resistência, Keito acaba frequentando a escola e se torna amiga de Rei Saeki, um gênio do futebol que por causa de sua arrogância teria sido rejeitado pelos integrantes do próprio time.


Da esquerda para a direita: Rei, Keito, Tayou e Kouichi.
Além de Saeki, Keito conhece Noda Momiji e Kouichi Mine. Noda Momiji é uma excêntrica lolita que se veste de forma bizarra e extravagante. Kouichi é o mais reservado dos quatro e sempre vive ocupado criando programas de internet para grandes empresas e firmas. Apesar da discrepante relação entre eles, a amizade dos quatro é o único elo que os mantêm bem e cheios de energia para seguir adiante.

O mais legal e interessante da história é mostrar o amadurecimento dos personagens ao longo da narrativa. Todos eles aprendem com suas experiências e se tornam sempre mais conscientes, vão sempre superando os desafios e adquirindo não só determinação como também gratidão. 

Quando a Natsumi aparece na história, é-nos apresentada um tipo de pessoa que existe. Que é cruel, que é invejosa, que é desequilibrada, mas tudo isso por falta de amor. Keito, *spoilerembora eu ache que a Natusmi merecia ter sofrido um pouquinho antes de ser perdoada *fim do spoiler*, dá uma chance a Natsumi e esta retribui, de certa forma, a generosidade da atriz. Falando em generosidade, a Nako também retribui a generosidade da Keito. 

Keito Aoyama
Outro ponto interessante de Cat Street é mostrar esse lado humano das pessoas. Não existe apenas o personagem que é só mau ou só bom, ou super bobinho, ou super ingênuo, ou super cruel... Eles têm falhas, têm princípios... são personagens comuns que tomam decisões e têm atitudes que qualquer um de nós poderia ter. E eu, particularmente, gosto de quando histórias trazem esse aspecto em seus personagens, essa aproximação com os leitores.

A verdade é que você aprende muita coisa com a Keito. Cat Street não é um shoujo bobinho. As decisões que todos temos que tomar um dia mudam a nossa vida, não só a nossa como a das pessoas que estão ao nosso redor, um exemplo, é quando Rei viaja repentinamente para o Brasil ou quando o Kouichi se gradua e desaparece da escola. As decisões que tomamos podem ter reflexos impossíveis de prever e/ou de conter.

Keito Aoyama é uma personagem nobre. Forte. E original. Aliás, todos os personagens são fortes e, de certa forma, nobres. Cada um deles tem uma lição para ensinar ou algo para aprender. O que os torna únicos e diferenciados dentro da narrativa. Até a Haruno que aparece no início da história conseguiu passar isso.

Versão dorama.
Haruno é a namorada de Taiyou, colega do primário de Keito. Keito acha que está apaixonada por ele e sofre ao descobrir que ele estava namorando. O mais lindo dessa cena é quando a Haruno a consola mesmo depois de saber que sua rival gosta do seu namorado. O abraço das duas e a cara inchada de choro ficaram ótimos. Achei muito perfeita essa cena!! >_<

Uma outra coisa são os possíveis pares românticos que a Keito pode ter, apesar de ser super desajeitada (um dos motivos para eu me identificar com ela, porque eu também sou super desajeitada, mas não a ponto de lavar arroz com sabão... kkkkkkkkkkkkkk.... leiam a história e vocês entenderão do que estou falando), igual a irmã mais velha do Kouichi, Mina, destrambelhada e super inocente, três caras são os cotados para serem o companheiro dela... É óbvio que desde o início ela combinava com o.......... hahahahahaha... não posso contar, mas desde o início eu estava torcendo pros dois ficarem juntos... ainnnnnnnnnnn.... eles são super fofos!!

Kurokawa Tomoka como Noda Momiji.
Alguns comentários a fazer... A Momiji ficou super fofa na versão dorama... Mas eu não gostei muito da atriz que fez a Keito. Achei a atriz estranha, mas enfim... O dorama foi produzido entre agosto e outubro de 2008 e foi dirigido por Sasaki Akimitsu e por Fujio Takashi. Ainda não assisti a todos os episódios, mas ao menos as críticas que li sobre o elenco foram positivas =D

A atriz que faz a Keito é a Tanimura Mitsuki e apesar de eu não achá-la tão bonita ela conseguiu passar todas as emoções da Keito. E uma boa atuação merece elogios. A Kurokawa Tomoka ficou super fofa no papel da Momiji... e os vestidos? Lindos, lindos, lindos >_<

Já Kouichi é interpretado por Katsuji Ryo e uma coisa triste é que não existe o personagem Rei no live-action, o seu "substituto" é o namorado da Momiji, Suzuki Gouta interpretado por Kimura Ryo, que na história do mangá não existe e a Momiji nem namorado tem. Mas enfim... Apesar dessas divergências, Cat Street é uma história diferente e merece um voto de confiança ao menos por sua originalidade.




Mangá em português:
Scan: Mangás Space
Ler Online: Mangás Space

J-Drama legendado em português:
Fansub: Ganbare Fansub; Mahal Dramas (necessita cadastro)

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quarta-feira, 26 de março de 2014

Aoi Hana (Anime)

Aoi Hana, da mangaká Takako Shimura
Fumi e Akira eram muito amigas, mas Fumi se muda com a família e as duas perdem contato. Dez anos depois, Fumi volta à antiga cidade, será que elas irão se lembrar da antiga amizade?

Título: 青い花/ Aoi Hana/ Sweet Blue Flowers
Mangaká: Takako Shimura
Gênero: Drama, Romance, School Life, Shoujo-Ai, Slice of Life, Yuri
Publicação:
Mangá - 8 volumes (2004-2013)
Anime - 11 episódios (2009)

Sinopse: Fumi Majoume e Akira Okudaira eram muito amigas quando crianças, mas quando Fumi se mudou elas perderam contato. Dez anos depois elas se reencontram na estação de trem, agora como estudantes secundaristas quando Fumi volta a morar em Kamakura. Fumi continua sendo muito introvertida e sensível, sempre chorando por tudo; enquanto que A-chan continuava a mesma garota extrovertida e carismática de antes, sempre ajudando seus amigos a sorrirem em momentos difíceis. Logo após se reencontrarem, elas se aproximam uma da outra e a amizade das duas se fortalece novamente. Nesse ínterim, A-chan ajuda Fumi quando esta se apaixona por Yasuko Sugimoto, mas tudo pode mudar quando Fumi lembrar quem foi seu primeiro amor.

Akira e Fumi (versão anime)
A única coisa que me deixou triste é que não encontrei o mangá completo em português, mas pelo que pude "folhear" no mangá em inglês, a história do anime é bem fiel a do mangá, sobretudo até onde pude ler, salvo algumas cenas que foram excluídas. Não li o mangá todo, até porque isso levaria muito tempo (até eu traduzir) e eu sou uma pessoa extremamente ocupada, hahahahahaha.... mas pelo que pude entender, usando o meu péssimo inglês para isso, não há muitas diferenças entre o mangá e entre o anime, pelo menos até os capítulos iniciais, nos quais são baseados os episódios do anime. Com exceção do traço de ambos que difere um pouco, a capa do mangá engana, mas as feições das personagens são bem interessantes e como já disse em postagens anteriores, traços bonitos me cativam =)

Tentarei não soltar muitos spoilers (no entanto, ainda assim, soltarei alguns - risos), mas para quem for assistir ao anime, a própria abertura já é um spoiler e tanto. No início, quando Fumi volta à cidade onde morava quando criança, ela descobre que Chizu, a sua prima querida, se casou. Fumi fica triste com isso e A-chan a consola. Ainda nesse caminho, Fumi se apaixona por sua senpai, Yasuko Sugimoto. Mas em algum dado momento, Fumi se lembra que durante todo aquele tempo o seu primeiro e verdadeiro amor sempre esteve ao seu lado. Ok, chega de spoilers por hoje haushaushaushaus.


Da esquerda para a direita: A-chan, Ikumi, Sugimoto e Fumi

Bom, outra coisa legal que descobri sobre Aoi Hana é sobre a mangaká que o desenhou. Takako Shimura desenvolve trabalhos voltados para a temática LGBT. O que é bastante interessante. Pelo título da história: "Flores Azuis" ou "Flor Azul", já que no japonês não tem plural para substantivos e adjetivos, já dá para perceber que títulos como flores é bem comum em histórias que envolvem relacionamentos entre mulheres, como Moonlight Flowers, por exemplo. Mas o mais interessante ainda é que Aoi Hana é uma história simples, porém extremamente delicada, cheia de pormenores que ficam subentendidos nos mínimos detalhes. É só prestar atenção.

A-chan e Fumi.

Além disso, a ambientação das escolas onde as duas estudam e da cidade de Kamakura são ricas em detalhes e tentam ser fiéis o máximo possível. Sim, Fumi e A-chan estudam em escolas diferentes, Fumi estuda na Escola Secundária Feminina Matsuoka enquanto que A-chan estuda na famosa Academia Feminina Fujigaya, onde Sugimoto estudara antes de ir para a Matsuoka e onde deixara para trás um grande segredo.

Aoi Hana é uma história envolvente, cheia de segredos e amores não correspondidos. Vale muito a pena conferir, mais do que recomendo!! Eu simplesmente adorei!!



Mangá em Português:
Download: Aino Scanlator

Mangá em espanhol:
Download: Asakawa no Fansub

Anime legendado em português:
Ver online: Animeq; Anitube; Central Anime

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sábado, 18 de janeiro de 2014

Marmalade Boy (Mangá)

O que você faria se de repente seus pais dissessem que iriam trocar de casal e que você teria um novo pai e uma nova mãe? Pois é... a Miki praticamente surtou quando soube disso, mas depois, deu tudo certo. Afinal, quem pode conseguir se opor a um amor antigo e arrebatador? Marmalade Boy é um dos mangás mais conhecidos de Wataru Yoshizumi. Os traços são lindos, perfeitos!! Adoro isso na Wataru. Tanto que fiquei super na dúvida de escolher quais imagens postar aqui, porque todas são tão lindas que é muita maldade ter que escolher, mas vamos lá, ao que interessa!!

Título: ママレード・ボーイ/ Mamarēdo Bōi/ Marmalade Boy/ Garoto Marmelada
Mangaká: Wataru Yoshizumi
Gênero: Comédia, Drama, Família, Romance, School Life, Sensei, Shoujo
Outros TítulosSpicy Pink (2006)
Publicação:
Mangá - 8 volumes (1992-1995)/ Licenciado pela Panini Comics.
Anime - 76 episódios (1994-1995)
OVA - 1 episódio (1995)
Live Action: Tw-Drama - 30 episódios (2002)
Jogo: Super Nintendo, Game Boy

Marmalade Boy, da mangaká Wataru Yoshizumi (1992-1995)

Sinopse: Miki Koishikawa é uma garota espirituosa e inocente, que mora com os seus pais, que por sinal, são figuras bem excêntricas. Mas num belo dia, ao ser informada pelos seus pais que eles se divorciariam e mudariam de parceiros, ela quase tem um troço. Miki se opõe terminantemente a essa troca de casais, mas não será fácil conseguir isso. No jantar no qual Miki conhece os Matsuura, ela tenta seu último trunfo. Diz que não aceita essa loucura e chora, mas não dá certo. Ela terá que viver na mesma casa que os Matsuura e o filho deles, o Yuu, que é um pentelho. Mas além de viver numa família nada convencional, Miki ainda terá que resolver seus próprios dilemas, ela está apaixonada pelo seu primeiro amor, Ginta, ou ela está apaixonada pelo pentelho do Yuu?





Marmalade Boy é um clássico dos clássicos dos shoujos. Mesmo tendo sido desenhado no final do século passado, para quem gosta de shoujo, isso não é nenhum problema. Eu adoro esse visual retrô, afinal, para nós, hoje, isso é bem retrô.

Miki é uma garota bem enérgica. Joga tênis, tem um bom desempenho na escola e diz o que pensa com toda a sinceridade. Quando se declarou para o Ginta, foi rejeitada. O que não passou de um grande mal entendido, que só veio ser esclarecido, depois que o próprio Ginta ficou enciumado ao ver que poderia perder a Miki para o Yuu.






Vamos fazer uma lista dos personagens que mais tiveram destaque na série!! =D

Miki Koishikawa: espirituosa, inocente e de personalidade forte. Não sabe por quem realmente está apaixonada, se pelo Ginta ou pelo Yuu.

Yuu Matsuura: divide a mesma casa com Miki e os pais. Parece legal, mas é malicioso.

Meiko Akizuki: amiga íntima de Miki. É bastante madura e seu aspecto misterioso é encantador.

Ginta Suou: colega de classe de Miki. É do mesmo clube de tênis que ela e com ciúmes de Yuu, declarou seus sentimentos a Miki deixando-a confusa.

Arimi Suzuki: ex-namorada de Yuu. Ainda gosta dele e percebendo que o Yuu poderia estar gostando da Miki, começa a sair com Ginta para provocar ciúmes em Miki.

Satoshi Miwa: presidente do conselho estudantil. Tem um interesse particular por Yuu, o que deixa Miki desesperada sem saber porque eles são tão íntimos.

Suzu Sakuma: modelo do comercial de perfume que estrelou com Yuu. É amante das coisas bonitas e acha que Miki não é bonita suficiente para ficar com Yuu.

Kei Tsuchiya: colega de trabalho de Miki. É exímio pianista, mas é bastante egocêntrico.

Youji e Chiyako Matsuura: pais de Yuu.

Jin e Rumiko Koishikawa: pais de Miki.




Comentários cheios de spoilers, então, queridos, só leiam se estiverem de acordo que é por conta e risco de vocês \\o

Marmalade Boy me lembou um pouco Kare Kano, pelos traços das roupas e dos personagens. E outra coisa também, é que Marmalade Boy me lembrou aqueles dramas melosos de novela mexicana ou de algum desses doramas que amamos assistir >_<

Quando Satoshi Miwa aparece na história, o passado de Yuu vai sendo desvendado por Miki. Apesar de nunca se abir totalmente com ninguém, Yuu é sincero quando diz estar apaixonado por Miki. No entanto, ele a afasta com alguns gestos e atitudes muito suspeitas. O que vai despertando a curiosidade da nossa heroína e por fim, ela descobre que Yuu pode não ser filho de Youji, apenas de Chiyako com outro homem.

Ao conhecer Yoshimitsu Miwa, Yuu se sente ainda mais desolado, ele não era irmão de Satoshi. Mas ambos continuam sendo grandes amigos e confidentes.

Cena na qual Yuu, após descobrir que não é irmão de Satoshi,
é consolado por Miki e depois disso eles começam a namorar.

Por fim, Yuu para de procurar pelo seu verdadeiro pai. E num belo dia, encontra fotos de seus pais na faculdade e a descoberta mais difícil de sua vida acaba com toda a felicidade do namoro com Miki.

Minnaaaaaaaaaaaaa..... isso é tão novela mexicana! Mas não posso contar mais nada, até porque vocês precisam ler ou ver o anime para se apaixonarem por essa história super fofa!!

O anime foi produzido dois anos depois do lançamento do mangá pela Toei Animation sob direção de Akinori Yabe. Particularmente, não gostei dos traços do anime e nem da mudança desnecessária da cor do cabelo de alguns personagens. O anime é até bem fiel ao mangá, mas não tive coragem e nem disposição de assisti-lo ainda....




Já o dorama foi produzido em 2002. O dorama tem 30 episódios e é um drama taiwanês. Ainda não vi nenhum episódio para tirar alguma conclusão, estou um pouco cheia de coisas para fazer, pois estou fazendo maratona de Code Geass e estou louca para acabar de ver todos os episódios \\o


Marmalade Boy, drama taiwanês (2002).

Abaixo, vou postar duas imagens lindas da galeria de fotos que a própria Wataru desenhou para os mangás de Marmalade Boy... É uma imagem mais linda do que a outra >_<




Mangá em Português - Sem Links
Licenciado pela Panini Comics

Anime legendado em português:
Ver online: Anime Ai; Animeq. Only Animes

Ova legendado em português:
Download: Animation Fansub

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