domingo, 11 de dezembro de 2016

Doctors (K-Drama)

Annyeonghaseyo, como vocês estão? Espero que bem. Não sou o tipo de pessoa que acompanha doramas ao mesmo tempo em que eles estão sendo lançados... mas quando saiu Doctors foi diferente. Não só fiquei aguardando ansiosamente pelo lançamento dos episódios como inclusive assistia em inglês (mesmo sem entender nada) só para matar a minha ansiedade um pouquinho. Confesso que ver a Shin Hye (minha diva do coração) nesse drama fazendo um papel totalmente diferente dos que ela costuma fazer me deixou super animada.

Título: 닥터스/ Dakteoseu/ Doctors/ Doctor Crush
Direção: Oh Choong Hwan
Roteiro: Ha Myung-Hee
Gênero: Ação, Drama, Médico, Romance
Publicação: K-Drama - 20 episódios (SBS | 2016)
Nota: ♥♥♥♥♥

Doctors, drama coreano (2016)

Sinopse: Yoo Hye Jung (Park Shin Hye) é uma jovem cheia de problemas. Após brigar com o pai, acaba sendo enviada para o interior para viver com a avó paterna, com quem nunca se relacionou antes. Entretanto, mesmo causando diversos problemas, sua avó decide cuidar dela e depositar todas as suas esperanças e economias nela. Além disso, após conhecer o professor Hong Ji Hong (Kim Rae Won), a vida e as perspectivas de Hye Jun mudam completamente. Sobretudo, quando seu desejo de vingança se torna a força motriz para ela se tornar uma neurocirurgiã competente.



Uma das coisas que me fizeram amar esse drama foi o fato de ver a Shin Hye tendo a oportunidade de atuar num papel totalmente diferente dos que costumam dar a ela. Pensem comigo, de toda a carreira da Shin Hye, de certa forma, e isso é uma opinião particular minha, pude perceber uma certa evolução nas escolhas dos perfis de personagens. Falando sobre You're Beautiful, Flower Boys Next Door, Heartstrings e The Heirs em que ela sempre fez papel de mocinha meiga e indefesa, ou seja, papéis que geralmente são voltados para o público adolescente coreano, as personagens nunca tinham mais do que vinte anos, com exceção de FBND. E quando especifico isso é porque quero enfatizar que é um perfil totalmente contrário às produções para adolescentes brasileiras, leia-se Malhação.



Seguindo o meu raciocínio, percebemos em Pinocchio um divisor de águas. Ela tem a oportunidade de atuar como adolescente e como adulta. E isso traz junto beijos mais ousados, atípicos em relação aos seus papéis anteriores. No entanto, em Doctors, Shin Hye teve a oportunidade - e eu acredito que ela talvez desejasse isso, para quebrar a imagem que até mesmo os próprios coreanos têm dela - de dar vida a uma personagem delinquente, com sérios problemas de relacionamento com o pai e com os demais colegas de escola. Uma personagem que não apenas sabe lutar e bater, como também apanha e pouquíssimas vezes chora.




O perfil da Hye Jun é totalmente oposto a todas as personagens que a Shin Hye já fez. E eu adorei a Hye Jun por ela ser uma personagem forte, cativante, honesta, sem enrolação nem melodramas. Gostei de terem apostado nesse aspecto da personagem. E no drama como um todo. Doctors não é um drama cheio de enrolação e de mocinhas indecisas e assustadas. Até porque, Hye Jun quer se vingar pela morte de sua avó. E a única forma de fazer isso, é tendo que encarar todos os seus fantasmas do passado, desde a sua péssima relação com a antiga colega de escola, Jin Seo Woo (Lee Sung Kyung), e com o seu pai, Yoo Min Ho (Jung Hae Kyun).






No hospital, atuando como médica residente após largar um cargo extremamente promissor num hospital famoso de Seul, Hye Jun inicia sua batalha pessoal para vingar a morte da avó. Morte essa que poderia ter sido evitada. Dentro do hospital, ela descobre que o Professor Hong será seu chefe, além disso, ela ainda terá que lidar com o mal humorado Jung Yoon Do (Yoon Gyun Sang), que depois de ser desafiado por ela, acaba se apaixonando por Hye Jun, o que desperta a raiva e o ressentimento de Seo Woo.




Além dos casos médicos, já que Doctors é um drama médico, um dos pontos tocados pela série é o fato da privatização dos hospitais como meio de ganhar mais dinheiro. O pai de Ji Hong, o famoso Hong Doo Sik (Lee Ho Jae), representa o idealismo dentro da trama. Ele se recusa a transformar a medicina numa ferramenta mercadológica. Em contrapartida, o vice-presidente, Jin Sung Jong (Jeon Kuk Hwan), avô de Seo Woo e pai de Jin Myung Hoon (Eom Hyo Seop), anseia em privatizar todas as redes do hospital e poder lucrar com isso. O interessante de enfatizar esse tópico é mostrar ou levantar um questionamento interessante acerca do ofício da medicina. Médicos devem honrar o juramento de Hipócrates ou médicos podem se aproveitar de salvar vidas para ganhar dinheiro?




Poucos médicos ainda acreditam no romantismo ideológico, e esses poucos médicos são os que ficam ao lado de Ji Hong, como Kim Tae Ho (Jang Hyun Sung) e o próprio Yoon Do. E são eles que vão tentar convencer o Conselho do hospital sobre a melhor forma de gerir a clínica *Spoiler*: após a morte do Presidente Hong *Fim do spoiler*. Também são expostas no drama, além desse questionamento acerca do ser médico, questões como corrupção, lobbies, troca de favores dentre outras práticas ilícitas ou imorais.




Uma das coisas de que mais gostei nessa série, foi poder ver mulheres fortes ao seu modo. Mulheres ajudando e cuidando umas das outras. A avó da Hye Jun, a senhora Kang Mal Soon (Kim Young Ae), é uma senhorinha maravilhosa e ela é a peça fundamental para fazer com Hye Jun se torne a profissional dedicada e competente que ela é.




Além disso, Hye Jun não está sozinha, sua amizade com Chun Soo Hee (Moon Ji In) foi uma das coisas que ela herdou dos tempos da escola. Mas mesmo enfrentando desentendimentos com Seo Woo, as duas não são inimigas. Além do mais, apesar de ter feito algo de errado na juventude, Jo In Joo (You Da In), tenta se redimir anos mais tarde, ajudando Ji Hong e Hye Jun a ficarem juntos.




Pensei que Yoon Do ficaria na friendzone e que seria aquele sofrimento todo vê-lo tentar conquistar a Hye Jun e não conseguir tocar seu coração. Mesmo tendo aquela rixa com Ji Hong, ainda assim, eles também não são inimigos. Entretanto, apesar dos pontos positivos, vale ressaltar que alguns pontos ficaram em aberto, é válido dizer que provavelmente a intenção era deixar subentendido, mas eu gostaria de saber o depois da cirurgia do amigo da Hye Jun, o delinquente Kim Soo Chul (Ji Soo) e se ele conseguiu encontrar seu filho, bem como a Seo Woo merecia ter pagado pelas mentiras que contou, entretanto, nada que altere ou prejudique a história.




Para terminar essa resenha, visto que já falei demais - risos -, acredito que esse drama é um dos poucos dramas que consegue trazer cenas de ação, romance, medicina e política de forma a casar com a história. Hye Jun é obstinada e muito cabeça dura, entretanto, isso não soa de forma tão negativa. Ji Hong é mais centrado e seu modo de ver as coisas ajuda Hye Jun. Os dois formam um casal muito bonito e eu adorei ver a Shin Hye fazendo um papel totalmente diferente dos que eu já a vi fazer. E olha que tem cenas em que ela é bem ousada quando está sozinha com o Ji Hong.




Mesmo sendo insuportável, às vezes, eu entendia a Seo Woo e sua paixão frustrada pelo Yoon Do, mas pior do que ver o Yoon Do na friendzone, seria ver o Pi Young Kook (Baek Sung Hyun) sofrendo de amor. Até porque seria muito sofrimento junto. O Young Kook que gosta da Seo Woo que gosta do Yoon Do que gosta da Hye Jun que gosta do Ji Hong. Ufa!! É muito amor não correspondido - risos.




Ah, não poderia deixar de mencionar o núcleo dos residentes em formação, como o guloso Ahn Joong Dae (Jo Hyun Sik), o descolado Choi Kang Soo (Kim Min Suk) - *Spoiler*: quase morri do coração quando ele foi diagnosticado com um tumor na cabeça *Fim do spoiler*, que junto com enfermeira Hyun Soo Jin (Pyo Ye Jin) aprontam as maiores confusões, inclusive batendo o carro da Hye Jun; e o ranzinza Kang Kyung Joon (Kim Gang Hyun), que mesmo sendo um chato, ele conseguia ser muito engraçado.




De qualquer forma, eu sou extremamente suspeita para falar de Doctors, até porque sou fã da Shin Hye e diferentemente de muita gente eu não acho que ela "não sabe" beijar. Na Coreia, as coisas funcionam totalmente diferentes. É super normal vermos cenas de beijo e de sexo nas novelas da TV. Na Coreia, se for um dorama como Lie to Me ou Marriage not Dating, eles são considerados para adultos. E adivinhem só de que horário era exibido Doctors? Às 22h. Ou seja, drama para adultos. Acho que a Shin Hye precisava muito de um drama assim e eu espero que os próximos sejam numa vibe mais madura, afinal, a Shin Hye já está com 26 anos. Embora na Coreia seja super comum atrizes com mais de vinte anos interpretarem adolescentes.





Pelas cenas de ação bem feitas e nas quais a Shin Hye quase não usou dublês, sobretudo, na cena do hospital - isso mesmo, foi a própria Shin Hye que gravou aquelas cenas e inclusive se machucou um pouco nas gravações -, pelas cenas de beijo - com exceção da cena da cabine telefônica numa noite de chuva -, pelos casos médicos - já que é o meu primeiro drama médico -, pelos temas transversais e por todos os personagens incríveis é que recomendo Doctors. Espero que vocês possam gostar tanto quanto eu me apaixonei por essa história e por Hye Jun e Ji Hong como casal. Super recomendo!! Até a próxima, meus amores... Kissu... 





K-Drama legendado em português:
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Ver online: DramaFever; Viki

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

She was Pretty (K-Drama)

Depois de milênios, finalmente saiu a resenha desse drama aqui no Animangá. O que dizer desse drama... simplesmente que eu surtei!! Apesar de alguns exageros e coisas sem noção, esse é um dos melhores dramas de 2015 com toda certeza do mundo!! Eu adorei. E desde já recomendo *---*

Título: 그녀는 예뻤다/ Geunyeoneun Yeppeottda/ She was Pretty (Ela era linda)
Direção: Jung Dae Yoon
Roteiro: Jo Sung Hee
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Publicação: K-Drama - 16 episódios (MBC | 2015)
Nota: ♥♥♥♥

She was Pretty, drama coreano (2015)

Sinopse: Kim Hye Jin (Hwang Jung Eum) era uma menina muito bonita e de família abastada. Desde criança, sempre fora alegre e carismática. Seus melhores amigos eram a bela Min Ha Ri (Koh Joon Hee) e o gordinho desengonçado, Ji Sung Joon (Park Seo Joon). Mas tudo isso muda quando a editora de seu pai entra em falência e sua pele muda. De linda garota, Hye Jin se transforma numa mulher feia e estabanada. E para piorar tudo, seu melhor amigo que viajara no passado decide reencontrá-la, mas Sung Joon não é mais o mesmo gordinho de antes e seu primeiro amor não a reconhece mais. Pior do que isso, ele acaba se tornando o chefe dela e passa a tratá-la super mal. Tem como isso melhorar algum dia? E quando Jung Soon descobrir que ela é a sua querida e amada Hye Jin?

Michael Jackson é você?

Antes de começar a falar sobre o drama em si, gostaria de dizer que eu relutei muito em começar a assistir. Primeiro, porque achei que seria mais um daqueles dramas clichês em que a mocinha é feia e depois fica linda e deslumbrante e segundo que ela só ficaria bonita para conquistar o carinha por quem é apaixonada. Mas deixei os pré-conceitos de lado e comecei a assistir. Gente!! Eu quase surtei com esse drama. Sério... fazia muito tempo que eu não parava para ver um drama tão bom. E ainda bem que apesar de alguns clichês, claro, a Hye Jin não fica bonita para conquistar o Jung Soon e ainda bem... porque seria muito chato se fosse assim. Agora vamos ao que interessa, né? 




Hye Jin e Ha Ri sempre foram grandes amigas desde sempre. Mas sabemos que na Coreia do Sul existe um sério e imenso preconceito com pessoas acima do peso. Não é uma ilusão, é só observar como a atriz que faz a Ha Ri é extremamente magra, tão magra que já no primeiro episódio, no aniversário dela, dá para perceber o quanto ela é magra.




Se fosse apenas por padrões de beleza, aqui no Brasil não é muito diferente, almeja-se a magreza absoluta, mas lá o lance consegue ser ainda mais pesado. Tão pesado que o Sung Joon sofre o pão que o diabo amassou quando chega na Coreia. Ninguém quer ser seu amigo e todos fazem bullying com ele. Até que Hye Jin aparece e o "salva" dos colegas maldosos. A partir daí, eles se tornam grandes amigos e não só isso, eles estão tão ligados um ao outro que aos poucos vão se apaixonando e é por causa desse sentimento que Sung Joon, depois de tantos anos, volta à Coreia do Sul. Apenas para rever sua amiga de infância, Kim Hye Jin.

Motivos pelos quais gostei de She was Pretty:

1. Kim Hye Jin e Min Ha Ri




É óbvio que já vimos diversos lances de amizade entre personagens num drama, mas eu ainda fiquei meio temerosa de que a relação das duas fosse ser algo parecido com a amizade da Park Gae In e Kim In Hee, de Personal Taste. Já somos bombardeados o tempo todo por amigas que na verdade são nossas inimigas que ver mais disso, cansa. Porque nós sabemos que temos amizades duradouras com amigas preciosíssimas e vermos o tempo todo que isso é mentira, meio que nos faz acreditar que algum dia aquela nossa melhor amiga vai virar uma traíra.



Mas enfim... A Hye Jin e a Ha Ri são umas fofas. Adorei as duas e mesmo não achando legal o que ela fez, a Ha Ri se redimiu. A relação das duas foi a que mais me cativou. A preocupação mútua, o amor entre elas, a amizade, tudo! As duas são muito lindas juntas. Quem nunca na vida grudou na sua best friend como se ela fosse sua esposa? Hahahaha... Ver cenas das duas cuidando uma da outra é muito legal!!

2. O personagem do Siwon




Ok, devo confessar que nunca vi drama algum com o Siwon antes e resolvi assistir She was Pretty por causa disso, porque eu não poderia passar o resto da minha vida (dramáááááááática) sem ver um drama com esse homem tão desejado (e com toda razão, claro). O Kim Shin Hyuk (Choi Si Won) era o tipo de cara que no início me deu muita agonia.



Ele era estranho. Muito estranho e parecia forçado, mas ao longo do drama, eu fui sendo convencida. E ele se tornou um dos personagens mais legais para mim. E ainda mais com aquele segredo que ele escondia de todos. Só isso mesmo para explicar o porquê de ele agir daquele jeito. E olha que se fazer de besta e de desentendido era só disfarce e ainda bem, porque um personagem tão bom como esse não poderia morrer sendo um babaca, né, gente?

3. O enrendo/roteiro




Como disse anteriormente, pensei em milhões de coisas sobre esse drama e ainda bem que fui contrariada. Poderia ser mais um clichê do tipo O Diário da Princesa que só precisava ficar bonita para o seu interesse afetivo se apaixonar por ela. Ao menos, em She was Pretty, Hye Jin decide mudar porque quer mudar. Achei muito legal isso. Até porque o Sung Joon sabendo que ela era sua amiga de infância de verdade, se apaixonaria por ela de qualquer jeito.

Namore com alguém que olhe pra você como Sung Joon olha para a Hye Jin

Ainda sobre o roteiro, achei super legal a forma como Hye Jin acaba caindo de paraquedas na redação da revista Most e de como ela consegue dar conta de tudo e ainda surpreender as pessoas ao seu redor. Entretanto, o mais interessante é que Hye Jin decide ir atrás de seu maior sonho: ser escritora de história para crianças. E esse universo novo em sua vida é retratado no drama de forma bem delineada, mostrando o processo de criação de histórias etc. Outro ponto importante é que o roteiro não seguiu o caminho de tornar a Ha Ri na vilã megera escrota. Ufa!! Porque a Ha Ri é muito legal, e uma das minhas personagens favoritas nesse drama, junto com o Shin Hyuk.

4. As caras e bocas da Hye Jin













5. As caras e bocas do Shin Hyuk

Não vou nem comentar que amei pacas a amizade dos dois, né? Porque isso é óbvio... hahahaha. Eu queria ter um amigo assim. Com certeza.














5. Hye Jin e Sung Joon

Não dá para negar que, se você shippou certo, a Hye Jin e Sung Joon formam o casal mais bonito do pedaço. Gentxe... como eu shippei esses dois... Tá certo que no início, o Sung Joon foi muito chaaaaaaaaaato com a Hye Jin, mas ele era chato com todo mundo, né? Bora dar um desconto...



Maaaaaaaaas, quando ele descobre que a Hye Jin é a mesma Hye Jin que ele ama, o negócio muda de figura e aí sim, nosso coração relaxa e podemos shippar sem medo à vontade - risos.








Obviamente que tem vários outros motivos para se amar esse drama. Não duvido. Mas no momento, esses foram os tópicos que mais me chamaram a atenção. Fazia tempo que eu não assistia a um drama até o final. Muito menos um drama de comédia romântica. Vale salientar que não ando numa vibe tão boa, mas estou tentando voltar ao ritmo e a tomar gosto pelas coisas que eu amo. Super recomendo de coração que vocês vejam esse drama.

A Hye Jin e a Ha Ri são amigas incríveis e o Sung Joon, apesar de ser um chefe carrasco, é muito fofo. Ainda mais quando ele tem que aturar Shin Hyuk. É tudo muito engraçado e embora seja uma pena que o Shin Hyuk passe o drama todo na friendzone, não consegui deixar de shippar desde o início a Hye Jin com o Jung Soon. Só não entendo por que nesses dramas não arranjam um par pro amigo solitário... bem que o Shin Hyuk poderia terminar com a Ha Ri, né? Risos. Em breve, mais postagens para vocês... Espero que tenham gostado da minha recomendação... Kissu...



K-Drama legendado em português:
Fansub: Kingdom Fansub; Siwon Fansubs (necessitam cadastro)
Ver online: DramaFever; Viki

Code Geass: Hangyaku no Lelouch (Anime)

Faz um tempinho que vi esse anime e posso dizer que é uma daquelas histórias super bem elaboradas!! Nada do que acontece não foi pensado antes. Se você gosta de histórias desse tipo, então, não pode deixar de ver esse anime!!

Título: コードギアス/ Kōdo Giasu/ Code Geass: Hangyaku no Lelouch
Roteiro/ Arte: Ichirou Ookouchi/ Majiko!
Gênero: Ação, Drama, Mecha, School Life, Sci-fi, Sobrenatural
Publicação:
Mangá - 8 volumes (2006)/ Licenciado pela JBC
Anime - 2 temporadas - 50 episódios (2007-2008)

Code Geass: Hangyaku no Lelouch, história e arte de Ichirou Ookouchi e de Majiko! (2006-2010)

Sinopse: Ano 2010 do calendário imperial. O Japão, derrotado na guerra contra o Império da Britannia, perdeu seus direitos, sua liberdade e agora é conhecido apenas pelo nome “Área 11”. Os “Eleven”, como são chamados os japoneses, sofrem abusos por parte do governo e cidadãos britannianos, e frequentemente cometem atos terroristas para tentar se livrar do domínio exercido pelo Império. É nesse mundo que vive Lelouch Lamperouge, um jovem rapaz muito inteligente com um segredo: ele é na verdade o 11º príncipe Lelouch VI Britannia, sucessor ao trono da Britannia. Porém, seu maior desejo é destruir o Império e seus governantes, por culpá-los pela morte de sua mãe e pela doença da irmã. (Retirado do site da JBC).



Então, como eu bem disse lá no comecinho da postagem, faz um tempinho que vi esse anime e posso me equivocar com algumas coisas... espero que isso não aconteça. Então, vamos lá... Eu comecei a ver esse anime por recomendação do meu namorado. Na verdade, esse é o anime preferido dele e depois que eu assisti, entendi o porquê. Code Geass não é uma história bobinha, nem é daqueles thrillers que se propõem a ser fodas e não conseguem ter êxito. Code Geass é uma história hermeticamente pensada.




Não cheguei a ler o mangá, mas o anime é impecável. Somos o tempo inteiro surpreendidos pelos planos super bem arquitetados do Lellouch. Mesmo quando pensamos que dessa vez ele levou uma rasteira, na verdade, tudo já estava calculado. É como se Code Geass fosse um jogo de xadrez jogado por mentes brilhantes. Cada passo já foi pensado e para cada jogada um contra-ataque à altura.




O anime tem duas temporadas, cada uma dividida em 25 episódios. Na primeira parte, conhecemos Lellouch e a situação da Área 11, que é onde ele mora com a irmã cadeirante e cega, Nunally. Lellouch e a irmã são filhos do Imperador de Britannia, mas muito longe da sucessão. Mas após presenciar a queda de um avião militar britanniano, Lellouch liberta, sem saber, uma garota selada numa cápsula no meio dos escombros. Ao serem encurralados pelos soldados, a garota firma um contrato com Lelouch, lhe concedendo o misterioso “Poder do Rei”. Em troca, ele deverá realizar o desejo que ela possui. Agora, sob o codinome “Zero”, Lelouch usará esse poder para iniciar uma rebelião contra o Império, mesmo que isso também signifique lutar contra seu querido amigo de infância Suzaku, soldado do exército britanniano.




É diante desse contexto, desse jogo de poderes e interesses que Lellouch desafiará o Império de Britannia usando como subterfúgio o Poder do Rei que possui. Entretanto, o que ele não sabe é que ele não é o único a dispor desse poder. No caminho para a sua rebelião ele enfrentará muitas batalhas e muitas perdas, inclusive, a morte de sua irmã mais querida, Euphemia. Ainda nessa batalha, Lellouch descobrirá até que ponto pode confiar em Suzaku e em CC, a misteriosa garota que lhe deu o Poder do Rei.




Uma história muito foda, muito bem produzida e arquitetada. Vale super a pena conferir. Se você ainda não viu e é fissurado em thrillers desse tipo, tá esperando o quê? Pare tudo o que estiver fazer e corre para ver esse anime fan-tás-ti-co!! É uma pena que é um anime pouco lembrado, não entendo por que se é uma história tão incrível. No mais, super recomendo que assistam. Vale muito, muito a pena assistir a essa série!! Até a próxima, chibis... Kissu.




Mangá em português - sem link
Licenciado pela JBC

Anime legendado em português:
Download: Anbient
Ver online: Animeq; Anitube; Crunchyroll
 

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