sábado, 1 de dezembro de 2018

Your House Helper (K-Drama)

Quando me interessei por esse dorama, esperava uma história leve e divertida. E de fato, Your House Helper, ou simplesmente Seu Ajudante da Casa, é um drama divertido, e embora despretensioso com seus 30 minutos por episódio, transita por temas delicados, porém sem torná-los elementos principais de sua narrativa. O drama é baseado no webtoon de mesmo nome, do autor Seung Jung Yeon.

Título: 당신의 하우스헬퍼/ Dangshinui Hawooseuhelpeo/ Your House Helper/ Seu Ajudante da Casa
Direção: Jeon Woo-Sung
Roteiro: Kim Ji-Sun
Gênero: Comédia, Romance
Publicação: K-Drama - 32 episódios (KBS2 | 2018)
Nota♥♥♥♥

Your House Helper, drama coreano (2018)

Sinopse: O drama conta a história da jovem Im Da Young (Bona), uma estagiária de uma empresa de publicidade que tenta manter seu emprego na esperança de quitar as dívidas deixadas pelo seu pai, após a sua morte prematura. Além de se desdobrar em mil, fazendo diversas coisas ao mesmo tempo no trabalho, Da Young precisa encontrar tempo e coragem para arrumar a casa. Mesmo sendo resistente à ideia, ela acaba aceitando a ajuda de um profissional de limpeza, Kim Ji Woon (Ha Seok Jin), que após arrumar a casa da nossa protagonista acaba ajudando significativamente para que ela alugue os quartos para duas antigas colegas de escola, Yoon Sang Ah (Go Won Hee) e Han So Mi (Seo Eun Ah). Entretanto, três garotas numa casa não conseguem manter a faxina em dia, o que faz com que Ji Woon continue colaborando com a limpeza, mas será que a presença de um rapaz charmoso é o suficiente para resolver os problemas de Da Young?



Embora possa assustar muita gente o fato de o dorama ter 32 episódios, vale salientar que cada episódio tem em média de 26 a 30 minutos de duração. Além disso, mesmo que o foco do drama seja o cotidiano de Im Da Young, a história é cativante e você fica esperando saber o que vai acontecer e o que aconteceu com o Kim Ji Woon no passado e com a Han So Mi. O foco do dorama não é falar sobre temas polêmicos, mas já podemos perceber que há uma certa tendência de os dramas coreanos mais atuais tentarem trazer personagens femininas mais fortes, reforçar a importância da amizade entre mulheres e tratar, mesmo que de modo sutil, sobre traumas difíceis de lidar.




De modo bem delicado, o drama aborda suicídio e traumas vividos na adolescência. Além disso, o drama sabe dosar momentos de tensão com momentos de alívio cômico. Percebe-se, logo no início, que apesar de terem sido melhores amigas no ensino médio, Da Young, Sang Ah e So Mi têm um assunto pendente para resolver. O que vai ser condição sine qua non para que elas tenham uma boa convivência ou não. A amiga em comum que surge como uma ponte de ligação entre as três é a Kang Hye Joo (Jun Soo Jin), que devido as suas intervenções vai contribuir significativamente para que a antiga amizade se restabeleça.



Mesmo que seja um ponto clichê o fato de o mocinho ter um passado sombrio etc e tal, vale ressaltar que o passado de Ji Woon é extremamente importante para que possamos acompanhar a sua evolução dentro da narrativa, bem como seu interesse amoroso pela Da Young. As mudanças entre os personagens não são bruscas e dão a sensação de gradação esperada numa convivência como a dos personagens. De certo modo, os personagens principais estão o tempo todo apoiando uns aos outros, também não há necessidade de um vilão, visto que a história consegue evoluir apesar de abordar assuntos do dia a dia.




Outros personagens que merecem ser mencionados são: o Park Ga Ram (Yeon Jun-Suk) que vai ajudar So Mi a lidar com seu trauma de juventude, fazendo ela ver que é possível dar a volta por cima. Além dele, temos o dono do Café Go, o ex-gângster, Go Tae-Soo (Jo Hee-Bong), que está sempre preocupado com Ji Won. Outros dois personagens interessantes são a gerente An Jin Hong (Lee Min Young), que está sempre ajudando Da Young de alguma forma e o advogado, Kwon Jin Kook (Lee Ji Hoon), que por ser tão tímido, passa vários perrengues para conquistar o coração de Sang Ah. De modo geral, todos os personagens têm algum determinado espaço na narrativa e você acaba conhecendo um pouco sobre eles. No mais, é um dorama super caseiro e interessante, vale a pena conferir! Até a próxima, minna!! Kissu...


K-Drama legendado em português:
Kingdom Fansub (download - completo - necessita cadastro)
Viki (ver online - completo)

terça-feira, 13 de novembro de 2018

A Moment in Time (Pinoy)

Fazia um tempinho que eu tinha visto esse filme, mas que por alguma razão do destino eu não tinha falado sobre ele ainda. Na verdade, eu tinha esquecido sobre ele, até que organizando algumas pastas no computador encontro algumas imagens desse filme. Pesquisando sobre, vi que tem pouca coisa falando sobre a história e o filme em si, então, resolvi trazer minha resenha e meu ponto de vista sobre esse pinoy que traz o casal protagonista da série Walang Haggan (2012). 

Título: A Moment in Time (Um momento no Tempo)
Direção: Emmanuel Quindo Palo
Roteiro: Rondel Lindayag, Rondel Nascimento & Mari Lamasan
Gênero: Comédia, Drama, Romance
Publicação: F-Movie (2013)
Nota♥♥♥

A Moment in Time, filme filipino (2013)

Sinopse: Patrick (Coco Martin) é um jovem artista independente que tenta ganhar a vida com empregos temporários, a fim de garantir os estudos de sua irmã mais nova, Mai-Mai (Ella Cruz). Jillian (Julia Montes) é uma tímida violinista de família rica e estudante de música. Duas pessoas totalmente diferentes, mas que acabam se apaixonando depois de um encontro no metrô. Mesmo depois de tanto esforço para conseguir encontrá-la, Patrick descobre sobre o passado sombrio de Jilian e acaba terminando tudo. Entretanto, quando descobre que pode perdê-la para sempre, Patrick viaja para Amsterdã para tentar consertar tudo. Será que ainda existe tempo para reviver esse amor?

Situando um pouco mais sobre a história e os personagens. Patrick trabalha como garçom e pintor desde que sua mãe, Miriam (Zsa Zsa Padilla) morreu. Por causa disso, ele tenta garantir o futuro da irmã mais nova, Mai-Mai. Entretanto, as condições financeiras nem sempre são favoráveis. E seu status social é bastante rechaçado pela família de Jilian, sobretudo, pela mãe dela, Karen (Cherie Gil).

É verdade que os dois se apaixonam e enfrentam diversos obstáculos para ficarem juntos. Mas depois de tanto esforço para encontrar a garota do metrô, Patrick não tem maturidade suficiente para aceitar o passado de Jillian. Vale ressaltar que eu achei super fofo o Patrick pintar várias imagens da Jillian e colar pela cidade na tentativa de encontrá-la, mas depois da cagada que ele faz, tive vários momentos em que eu queria bater na cara dele diversas vezes. Havia uma razão para a Jilian não querer se envolver em relacionamentos, mas ele foi atrás, ele insistiu em conquistá-la para depois largá-la sozinha e de coração partido.



Para superar a dor do fim do relacionamento, Jilian viaja para Amsterdã e tenta reconstruir sua vida amorosa e dar um pontapé inicial na sua carreira profissional. Na sua nova vida, Jilian acaba conhecendo outro rapaz, com quem se compromete para casar. Arrependido pelo que fez e sabendo da notícia do noivado de Jilian, Patrick resolve largar tudo e viajar para Amsterdã no intuito de pedir perdão e reconquistar o amor da sua vida.

O filme mostra um pouco, na minha humilde opinião, que nem todas as pessoas estão preparadas ou são maduras o suficiente para aceitar o passado do companheiro ou companheira. Levando-se em consideração que eu não aceitaria uma pessoa que já tivesse matado/estuprado/sequestrado alguém, acredito que todo mundo já teve algum relacionamento anterior e situações que o ajudaram a ser o que são. Achei a reação do Patrick extremamente exagerada. Depois de todo o esforço, depois de enfrentar a mãe de Jilian, o que ele faz com ela é no mínimo infantil, cruel e insensível.

Apesar de eu achar o Patrick um babaca da metade do filme para o final, ainda mais quando ele resolve que está arrependido e tenta reconquistar Jilian depois de ela já ter reconstruído sua vida sem ele, o filme é bastante bonito e recheado de imagens de tirar o fôlego. Vale ressaltar que o filme foi gravado em Amsterdã e em Paris. Na minha opinião e conhecendo a minha pessoa como eu conheço, eu não sei se daria uma segunda chance para o Patrick se eu fosse a Jilian, mas é difícil opinar nas coisas do coração. O filme foi legendando pela equipe do Mahal Dramas Fansub, então não deixem de agradecer às meninas que traduziram e revisaram. Até a próxima!! Beijos...


F-Movie legendado em português:
Fansub: Mahal Dramas (necessita cadastro - em breve)

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Ao Haru Ride (Mangá)

Yoooo, minna!! Tudo bem com vocês? Espero que sim. Depois de ter lido Strobe Edge, segui o ritmo e aproveitei para ler Ao Hau Ride. Para quem gosta de romance e melodrama, eis uma ótima sugestão. Uma das histórias mais conhecidas da Sakisaka Io, recomendo muito para aqueles que procuram por romances escolares, com cenas de beijo e muito, mas muito melodrama.

Título: アオハライド/ Ao Haru Ride/ Aoharaido/ Blue Spring Ride
Mangaká: Sakisaka Io
Gênero: Comédia, Drama, Romance, School Life, Shoujo, Slice of Life
Outros Títulos: Blue (2006); Strobe Edge (2007)
Publicação
Mangá - 13 volumes (2011)/ Licenciado pela Panini
Anime - 12 episódios (2014)
Live-Action: J-Movie (2014)

Ao Haru Ride, da mangaká Sakisaka Io (2011-2015)

Sinopse: Quando era aluna do Fundamental, Yoshioka Futaba sofreu muito por ser excluída pelas amigas devido a sua beleza, por causa disso, ela decide recomeçar numa nova escola sendo uma nova Futaba: menos fofa e que odeia garotos, para que suas amigas não sintam mais ciúmes dela. Sentindo-se finalmente satisfeita e "popular" entre as garotas, ela acaba reencontrando sua antiga paixão do passado, Tanaka Kou. Entretanto, seu nome agora é outro, Mabuchi Kou, e suas atitudes também são bem diferentes. Será que mesmo depois de tanto tempo eles ainda vão conseguir ficar juntos e lutar contra seus fantasmas?



Quando comecei a ler o mangá, gostei de cara da Futaba-chan. Ela me pareceu esforçada e esperta, mas ela deixou de parecer isso depois de me fazer passar muita raiva e aflição. Mais na frente eu explico isso melhor, mas vamos lá. A Futaba sempre foi uma garota meiga, fofa e isso sempre atraía a atenção dos meninos da escola, o que acabava despertando o ciúme e a inveja das outras garotas, sentindo-se sozinha e isolada, Futaba decide mudar de escola e deixar todas essas coisas para trás. E é no ensino médio que ela começa a ter péssimos hábitos, sendo uma garota grosseira e mal educada. No entanto, dessa forma ela se sente feliz e satisfeita, porque tem amigas, até isso tudo mudar quando ela reencontrar Tanaka Kou.



Embora eles tenham quase vivido uma paixão no fundamental, eles não se viam há 3 anos. E apesar de achar que tinha reencontrado sua antiga paixão, Futaba começa a ter dúvidas, já que o nome dele é outro: Mabuchi Kou, além disso, as atitudes dele também são totalmente diferentes do Kou que ela conheceu, agora ele parece um garoto frio e distante, quase intocável. Mas para o amor, quando ainda há amor, isso pode ser superado. Mas será que mesmo diante de uma nova oportunidade de viverem tudo o que não viveram antes, eles vão poder viver essa paixão?



É aí que entra todo o melodrama desse mangá. Eu adoro melodrama, mas não gosto de passar raiva. Quando o Kikuchi Touma aparece pela primeira vez na história eu já tinha certeza que ia ter raiva dele. Futaba e Kou passam por momentos complicados, porque eles não são honestos um com o outro, o que deixa espaço para que o Touma-kun avance e convença a Futaba de que ele é o melhor partido para ela e ela aceita. O que me deixou de coração partido durante a leitura foi ver que mais personagens sabiam do mal entendido, como a Murao (amiga da Futaba) e o Kominato (amigo do Kou), mas ninguém intercedeu por eles. Gente, você está vendo seu amigo sofrer e não faz nada, como pode?! Além disso, era só explicar o mal entendido. Enfim... deixo para que vocês que ainda não leram tirem suas próprias conclusões.



Eu não odiei a história, eu gostei bastante. Mas não posso ignorar que senti muita aflição durante a leitura. Eu torcia desesperadamente pela Futaba reatar com o Kou e resolverem o mal entendido entre eles. Na minha opinião, isso demorou muito para acontecer. E era evidente o quanto os dois precisavam um do outro. Eu amei a Murao, mas essa atitude dela me deixou muitas vezes na bad. O Kominato também me deixou chateada, ele queria intervir mas não fazia isso por causa da Murao. Gente, ver o Kou sofrer e a Futaba namorando o Touma-kun era muito deprimente! Pelo menos para mim, no entanto, o final é o mais lindo que poderia ser. Ainda bem! Porque aliviou muito meu coração e só de pensar do ship errado em Hirunaka no Ryuusei, meu coração já fica receoso quando eu me deparo com um triângulo amoroso da vida - risos.



Certamente, eu demorei muito tempo para ler esse mangá, uma pena, mas antes tarde do que nunca, não é mesmo? Procurei pelo anime, mas não gostei nenhum pouco dos traços dos personagens, na minha humilde opinião, estão muito abaixo da qualidade gráfica da Sakisaka Io. Também não cheguei a ver o live-action, fico pensando se as cenas de beijo foram mantidas ou não, além disso, sempre fico meio resistente em ver o filme depois de já ter lido o mangá. No mais, é um romance cheio de mal entendidos, de muita dor de cotovelo, com triângulo amoroso para quem curte (eu, particularmente, detestei o Touma-kun) e casais fofos. Super recomendo para quem quer uma história melodramática e juvenil (e se você for como eu, vai passar muita raiva com o Touma-kun). No mais é isso, minna, até a próxima!! Kissu...


Mangá em português - sem link
Licenciado pela Panini

Anime legendado em português:
Anbient (download)
Anituga (ver online - necessita cadastro)

Live-Action legendado em português:
Dopeka (ver online)
Mahal Dramas Fansub (download/ ver online - necessita cadastro)

domingo, 28 de outubro de 2018

O DramaFever fechou!

E é com muito pesar que eu venho comunicar - com alguns dias de atraso - que o DramaFever, um dos streamings de doramas mais famosos, encerrou suas atividades. Aos usuários premium, aguardem e-mail da equipe para receberem seu reembolso. É uma pena que um canal de streaming tão grande tenha chegado ao fim. Muitos projetos estão disponíveis em fansubs brasileiros ou alguns (poucos, na verdade) podem ser encontrados na Netflix. 


As notícias para nós, dorameiros, andam cada vez mais tristes. Percebemos uma grande onda de fansubs encerrando suas atividades ou entrando em hiato por tempo indeterminado. Lembrem-se, ajudem seus fansubs com doações se você puder doar. Ainda temos o Viki para assistirmos dramas online, mas nem todos os títulos do DramaFever têm no Viki, como por exemplo, os que eu estava assistindo. No mais, pessoal, é lamentável, mas o jeito é seguir adiante. E valorizem suas scans!

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Aggressive Retsuko (Anime)

Eu estava bastante entediada e sem ânimo de ver nada novo. Mas um amigo me indicou esse anime que ele encontrou por acaso na Netflix. Vejam bem, eu estava super desanimada, como geralmente eu costumo me sentir, entretanto eu decidi dar uma chance e adivinhem, eu gostei e estou aqui recomendo para vocês essa pérola contemporânea.

Título: アグレッシブ烈子/ Aguresshibu Retsuko/ Aggressive Retsuko/ Aggretsuko
Direção/ Roteiro: Rarecho
Gênero: Comédia, Drama, Musical
Publicação:
Anime - 100 episódios (2016)
Original Net Animation - 10 episódios (2018)

Aggressive Retsuko, anime criado por Rarecho (2016-2018)

Sinopse: Retsuko é uma jovem panda-vermelho de 25 anos. Sua vida muda completamente quando começa a trabalhar no departamento de contabilidade de uma trading company japonesa. Depois de 5 anos como funcionária dessa empresa, Retsuko precisa lidar com frustrações constantes, além de sofrer abusos de poder dos seus superiores. Para descarregar a tensão, ela mantém um segredo, que é ir ao karaokê todas as noites para cantar death metal. Mas mesmo com uma vida tão marcada pela rotina, Retsuko descobrirá que seu relacionamento com os colegas do trabalho podem lhe trazer coisas boas... ou não.



Antes de mais nada, deixo claro que apesar de a série ter sido lançada inicialmente em 2016, sendo exibida até março de 2018 pela TBS Television, todas as minhas críticas e ressalvas são referentes à temporada exibida pela Netflix desde abril desse ano. Vale salientar que a série já foi renovada para ganhar uma segunda temporada prevista para ser lançada em 2019 no streaming americano.




Se você ainda não viu Aggretsuko, deveria. Gosto bastante de histórias sobre o cotidiano, sobre aprendizados, sobre situações que necessitam ser pensadas antes de se tomar uma decisão. Apesar do alívio cômico, Retsuko vivencia situações muito desgastantes para qualquer pessoa adulta, ainda mais no seu ambiente de trabalho. Nós sabemos que existem leis trabalhistas que "amparam" o trabalhador, mas nós sabemos que na prática não é bem isso o que acontece. 





Fica claro desde o início que Retsuko é bastante eficiente, mas também fica claro o quanto ela detesta o chefe Porcão. Além dele, ela ainda tem que aturar a mandona e escorona da Tsubone, que torce muito para que as pessoas fracassem de algum modo. O escritório onde Retsuko trabalha tem uma versão caricata de cada tipo que a gente encontra nesses ambientes, digamos assim. Um deles é o puxa-saco, que fica o tempo todo babando ovo do chefe que não faz nada.





Além deles, tem a super fofoqueira da Kabae, que é uma hipopótamo-fêmea de meia idade que nunca consegue segurar a língua dentro da boca, mas apesar de ser fofoqueira, ela não é tão maliciosa, como a oportunista da Tsunoda, que é uma gazela puxa-saco que faz de tudo para jogar suas obrigações nas costas dos outros colegas. Dentro desse pequeno inferno, Retsuko ainda pode contar com dois colegas mais chegados a ela, Fenneko e Haida.




Fenneko é uma raposa altamente perspicaz e perceptiva, ela é capaz de deduzir o estado mental das pessoas apenas observando elas, entretanto, apesar de amiga da Retsuko, ela não é tão prestativa assim, já que quando Retsuko precisa fazer hora extra, ela não ajuda muito. Haida é o colega hiena de meia-idade que é apaixonado pela nossa heroína, mesmo gostando dela, ela nem dá bola pra ele, porque acaba conhecendo um panda-vermelho macho, Resasuke, que não é nada parecido com o que ela idealizou dele.





Mesmo inserida nesse universo, com poucos amigos e limitada pela rotina, Retsuko conhece duas companheiras que irão mudar seu modo de ver as coisas: Gori, uma gorila que trabalha como diretora de marketing na mesma empresa, e embora pareça intimidante, ela é super sensível e emotiva; e Washimi, uma sagittarius serpentarius que trabalha como secretária do presidente da empresa, apesar de elegante e aparentemente gentil, ela é muito confiante, equilibrada e uma boa conselheira. Essas duas amigas farão com que Retsuko desfrute de bons ou não tão bons momentos na sua vida.



Fazendo um apanhado geral, Aggretsuko é muito divertido, cada episódio tem em média 15 minutos, os temas abordados são bastante comuns e se passam no dia a dia dela, o que de certa forma torna o anime bastante atraente, afinal, quem vai suspeitar que uma criaturinha fofinha como a Retsuko canta death metal para desestressar, não é mesmo? A série é de um modo geral cativante, envolvente e eu recomendo muito para vocês. Vale super a pena dar umas boas risadas e curtir as aventuras da inexperiente Retsuko no quesito viver a vida.




Anime legendado em português:
Netflix (necessita cadastro)
 

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