sábado, 11 de janeiro de 2014

Enciclopédia Animangá - O gênero Gore

Muito querido desde o início quando surgiu, tornando-se bastante popular, o gênero Gore enfrenta hoje uma pequena decadência. Com o surgimento de outros gêneros como o Moe e o Ecchi, o Gore foi perdendo espaço, porém, animes que fizeram (e ainda fazem) grande sucesso recentemente resgataram esse gênero tão popular entre os otakus.

O gênero Gore significa, literalmente, desenho sangrento. É isso mesmo, quanto mais derramamento de sangue e mortes sangrentas melhor.

Como alguns exemplos de animes Gore temos:

  • Another (2009)



  • Mirai Nikki (2006-2010)




  • Elfen Lied (2002-2008)




E os clássicos: 
  • Devilman (1972, considerado o primeiro mangá/anime nesse gênero)
.



  • Higurashi (2005-2011)





  • Gantz (2000-2013)


Enciclopédia Animangá - A origem dos OVAs no Brasil

IN: Cultura Pop Japonesa (SlideShare)

U.S. Manga , a introdução do OVA no Brasil (e também da censura)

U.S. Manga era o nome de uma distribuidora americana de animês, que através do programa U.S. Manga Corps do Brasil (Rede Manchete), apresentou ao público um novo gênero ainda não muito explorado, o OVA (Original Video Animation).

O programa estreou no dia 8 de novembro de 1996, e era exibido todas às tardes de sexta. Os animes exibidos foram os seguintes: Detonator Orgun (3 partes), Project Zeorymer (2 partes), Genocyber (3 partes), M.D. Geist, M.D. Geist II, Gall Force-Fase Terra (3 partes), Gall Force-ova Era (2 partes), Fatal Fury, Fatal Fury 2 (2 partes), Samurai Shodown (2 partes), Iczer 3 (3 partes) e Battle Skipper (apenas 2 das 3 partes foram exibidas).


Detonator Orgun (1991 - Mecha, Sci-fi)

Project Zeorymer (1983 - Mecha) 

Battle Skipper (1997 - Comédia, Mecha, Shoujo, Yuri)

GallForce New Era (1986 - Sci-fi)

Fatal Fury (1992 - Ação, Luta)

Genocyber (1994 - Cyberpunk, Gore, Mecha, Seinen)

Iczer 3 (Sci-fi)

Ela me lembrou a Ryoko de Tenchi Muyo >_<

Samurai Shodown (1999 - Luta)

Muitos fãs chegaram a pensar que U.S. Manga Corps do Brasil fosse um único seriado, e o que ajudou a confundir mais ainda é que o character design de Detonator Orgun e Zeorymer era o mesmo. A música de abertura foi extraída do anime Project A-KO, também da mesma distribuidora. Project A-KO foi lançado em vídeo no início da década de 90, pela Top Tape, com o título de Super Nova.

Project A-Ko (1986)




Mas o que marcou mesmo foi a ― tesourada que a maioria dos animes sofreu, repleto de cortes. Genocyber, por exemplo, ficou inassistível. O mais engraçado é que uma cena de nudez do personagem Tomoru Shindo, no terceiro capítulo de Detonator Orgun, havia sido editada colocando-se uma tela estática, mas a mesma cena aparecia nas chamadas comerciais do programa.

*   *   *

Onde posso encontrar esses OVAs para assistir?


Detonator Orgun
Anitube (assistir online - completo - legendado)
Youtube (assistir online - completo - dublado)

Zeorymer
Animeq (assistir online - completo - dublado)
Anitube (assistir online - completo - legendado)

Genocyber
Anitube (assistir online - completo - legendado)
Lukage Animes (download/ ver online - completo - dublado)
Super Animes (assistir online - completo - dublado)

M.D Geist I e II
Anbient (download 1/ download 2 - completo - necessita cadastro)
Anitube (assistir online - completo - legendado)

Gall Force I e New Era
Anitube (assistir online - completo - legendado)

Fatal Fury I e II
Anbient (download 1/ download filme - completo - necessita cadastro)
Projectos Old School (download - completo - legendado)

Samurai Shodown 1 e 2
Animeq (assistir online - completo - dublado)
Nerd, Uai! (download - completo - legendado)

Iczer 3
Armagedon Fansubs (download - completo - legendado)

Battle Skipper
Animeq (assistir online - completo - dublado)
Super Animes (download - completo - dublado)

Aishiteruze Baby (Mangá)

Yoooo, Minnaaaaaaaaaa!!!

Olha eu aqui de novo e hoje eu vou falar sobre Aishiteruze Baby.

O motivo pelo qual eu comecei a ler Aishiteruze Baby foi uma tentativa de dar mais uma chance para a mangaká Maki Youko. Uns dias atrás eu postei sobre um oneshot dela que li numa madrugada ociosa: For Us who Begin to Love. Eu pensei, às vezes, o onehot não dá uma visão ampla do estilo do mangaká e nem diz muito sobre o gênero que ele gosta ou se ele realmente é bom nisso. Então, resolvi ler o mangá mais conhecido da Maki. E ainda não sei bem dizer uma opinião concreta sobre os shoujos dela.

Aishiteruze baby, da mangaká Maki Youko (2002-2004)

Título: 愛してるぜベイベ★★/ Aishiteruze Baby/ I Love You, Baby
Mangaká: Maki Youko
Gênero: Comédia, Drama, Romance, School Life, Shoujo
Outros Títulos: For Us who Begin to Love (2007)
Publicação:
Mangá - 7 volumes (2002)/ Licenciado pela Panini Comics
Anime - 26 episódios (2004)

Eu adoro shoujos, não os clichês. Acho enfadonhos por subestimarem minha capacidade de ir além. Gosto de shoujos que tenham temas mais delicados, que tragam um diferencial. E quando penso em tramas e dramas conflituosos, estou falando de shoujos como Bokura ga Ita (Yuuki Obata - 2002), por exemplo.

Sinopse: Kippei Katakura é um playboyzinho que não faz nenhuma outra coisa da vida a não ser dar em cima de todas as garotas da escola. Mas uma dia sua vida muda completamente quando se vê obrigado a tomar conta de sua priminha de 5 anos, Yuzuyu Sakashita, que foi abandonada pela mãe em sua casa.

Yuzuyu Sakashita, 5 anos.
Quando pesquisei informações sobre o mangá na Wikipédia achei que poderia me surpreender. Entretanto, após ler todos os 7 volumes, não me surpreendi e vou dizer algumas coisas de que não gostei: 1º- Kokoro Tokunaga é uma colega de sala de Kippei. Ela é apaixonada por ele, mas não gosta do tipo de coisa que ele faz com as garotas. Mas aceita namorar com ele, porém, no mangá não tem muitas cenas desenvolvidas deles, pelo menos, não até o final do volume 4. Ela só vai aparecer na casa da família Katakura no volume 5, e apenas no final do volume e além disso, nem parece que eles namoram; 2º- Fiquei um tempão pensando sobre quem a história do mangá falava: se era da vida do Kippei ou da Yuzuyu? Isso não ficou muito claro para mim; 3º- Não entendi a razão e nem o motivo das irmãs Ooga terem aparecido na história, tudo bem que apareceu a Maki, ela era prima da Yuzuyu, mas e as irmãs Ooga? Fiquei boiando... pois elas aparecem depois desaparecem, um grande mistério; 4º- A Yuzuyu não me cativou e eu não gostei de terem mudado a cor do cabelo dela no anime; 5º- O final do mangá, para mim, pareceu ter sido às pressas, um final relâmpago, como se a mangaká já tivesse cumprido o número máximo de páginas e como viu que não tinha mais páginas, teve que dar um final qualquer (e digo mais uma vez, eu não gostei daquele final).

Sério, minna... Quando fico decepcionada com algo, é angustiante não conseguir expressar o tamanho da minha revolta. Por que o mangá é classificado no gênero romance se nenhum romance é desenvolvido na trama? O namoro de Kokoro e de Kippei nem parece que existe. Ao longo dos volumes, Maki Youko escreveu duas páginas falando sobre ela e da grande oportunidade de ver um mangá seu ter continuação. Sinceramente, eu não teria dado oportunidade nenhuma ¬¬

Para ler, clique para ampliar.

Ok, tentando ser o menos ácida possível... Fiquei aguardando emoções ao longo dos capítulos. Pensei, calma, a qualquer momento vai acontecer algo legal entre a Kokoro e o Kippei e ele vai amadurecer junto com ela. Não. Isso não acontece, exceto pela cena na qual... E lá vem spoiler, então, para ler, selecione, eles perdem a virgindade, ou a Kokoro perde, sei lá, ficou confuso e quando ela acha que está grávida, mas o Kippei é super desligado e a Kokoro é super compreensiva, mas se fosse eu, eu não aguentaria algo assim não.


Talvez tenha me decepcionado por criar expectativas demais, pois eu pensei, ah! vai ser um mangá bem legal! Só que não. Kippei cuida de uma menina de 5 anos que foi "abandonada" pela mãe. Ele se apaixona por Kokoro-chan, mas não namoram, ele sempre a troca por outras coisas, que poderia chamá-la para ir junto, enfim... Não entendo a lógica desses mangakás, mas enfim... minha opinião particular é que não me surpreendi, aliás, não gostei. E nem do anime. Comecei a assistir, mas não gostei, porque no anime a Yuzuyu quer se casar com o Kippei quando crescer e em nenhum momento no mangá Yuzuyu quer isso. Mas sempre tem aquela pessoa genial que adora mudar as coisas e desagradar os fãs de verdade. Mesmo não sendo fã de Aishiteruze Baby, não gosto quando mudam algum elemento importante da história. E esse é um, afinal, Yuzuyu ama Kippei, mas como seu onii-chan (irmão mais velho) e não como um possível marido que ela terá no futuro. >:-(

É óbvio que o mangá trata de diversos temas, mas eles não são bem desenvolvidos na história. Pelo menos foi o que eu senti. Então, como é apenas a minha opinião, e quem quiser tirar a prova dos 9 e ter a sua própria opinião, eu mais do recomendo que cada pessoa tire sua conclusão. Eu não gostei, mas recomendo, porque alguém pode achar o máximo, como essa leitora aqui e esta aqui também. Talvez eu seja muito exigente... Acho que já deu para perceber isso, que quando caio de amores eu sou insuportável, chega a baba cai da boca, mas quando odeio, é o veneno que escorre kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....

Mas para os fãs de Aishiteruze que lerem esse post, gomen ne... Essa opinião é apenas a minha. E para que vocês não fiquem descontentes, vou deixar algumas imagens para vocês sentirem a fofura da Yuzuyu (embora eu não tenha encontrado em lugar algum hahahahahaha) e para matarem a saudade dos demais personagens...



Mangá em Português - Sem Links
Licenciado pela Panini Comics

Anime legendado em português:
Famsub: Anime House
Ver online: Animeq; Anitube, Extremo Online BR

Entenda porque os links foram removidos

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Amano Akira (Mangaká)

Atendendo a pedidos, inicio atendendo o pedido de uma querida amiga, Joyce, mais conhecida por Miho Orihara... E para quem curte cosplay tanto quanto a Miho, passa lá na page dela e curte!! Miho Orihara Cosplay... \\o

Amano Akira (天野明) nasceu em 1973, na cidade de Aichi, Japão. A data e o mês são desconhecidos ou Amano não gosta de revelar isso para ninguém.

Seu primeiro emprego foi na Weekly Young Magazine, em 1998. Além da Weekly Young Magazine, Amano também realizou um trabalho para a Shueisha Publishing Co, Ltd.

Em 2002, Amano participou de um concurso para aspirantes a mangaká e foi um dos vencedores com o seu trabalho feito na época em que trabalhava na Weekly Young Magazine, o Monkey Business. Porém, Amano só veio se tornar conhecida apenas em 2004 com a publicação do shounen Katekyo Hitman Reborn! ou simplesmente Reborn!.

KHR foi anunciado várias vezes pela Shounen Jump até virar um hit no Japão e depois de alguns anos, dois anos para ser mais exata, o mangá virou anime e foi produzido pelos estúdios Artland.

Amano sempre criava histórias humoradas e com várias ideias malucas para entreter o público. O que acabou se tornando uma de suas características.

Abaixo, uma pequena coletânea de imagens do mangá/anime mais conhecido de Amano Akira , Reborn!:










Outros trabalhos da autora:

  • Boy Spin (1998)
  • Hot Blast Baseball Legendary (1999)
  • Pu Chipu Chirabii (2000)
  • Monkey Business (2002)
  • Tapir Hearts HAWK! (2003)
  • Reborn! (2004)
  • Psycho Pass (design dos personagens)
  • ēlDLIVE (2013)
  • Warashibe Tantei Numa Shichirou (2013)
  • Nemuri Netarou Awararu!! (2014)
  • Rebo to Dlive: 24H Extra Sketches (2016)
  • Hot (2018)

For Us who Begin to Love (Oneshot)

Hehehehe.... ando inspirada hoje... Já é a terceira postagem, né? Mas não poderia deixar de falar sobre esse oneshot que li essa madrugada. Enquanto o sono não vinha e depois de ter relido todos os mangás de Koi Kaze em dois dias, precisava de mais leitura, então, me deparei com esse oneshot da Maki Youko, conhecida por ter desenhado o mangá Aishiteruze Baby. Li o oneshot numa sentada, como costumam dizer por aí.

Nunca li sua obra mais conhecida, o que seria talvez bom, para fazer uma boa analogia, mas vamos lá...


For Us who Begin to Love, oneshot de Maki Youko (2007)

Título: 14 Rating/ For Us who Begin to Love/ Koiboku/ Koi wo Hajimeru Bokutachi ni (Para nós que começamos a amar)
Mangaká: Maki Youko
Gênero: Romance, School Life, Shoujo
Outros Títulos: Aishiteruze Baby (2002)
Publicação: Oneshot (2007)

Sinopse: Kawai Oto é uma garota de 13 anos que está na 6ª série e é apaixonada por um colega de sala, chamado Saitou.

Uma sinopse bem simples, um enredo bem simples e é assim que é For Us who Begin to Love ou simplesmente 14R. Kawai se apaixona pela primeira vez por Saitou e depois de alguns pequenos desentendimentos, a história chega ao seu final feliz.

Gosto de ler oneshots, de vez em quando tenho preguiça de ler volumes extensos de algumas séries de mangás, então recorro a eles. Acho-os em sua maioria que são terminados às pressas, mas alguns são muito bons e mereciam continuação, mas não é sobre isso que vou discutir. O que quero dizer é que alguns oneshots são emocionantes, como Deatta Toki ni Boku wa Mou Inai (exceto pelo final, claro) e outros que não. Acho que 14R não é um dos que emocionam.

Opinião particular, nada contra. Mas não gostei tanto assim.



Oneshot em português:

Ergo Proxy (Anime)

Konbanwa, chibis!! Genki desu ka? Enquanto termino de assistir ao anime Red Garden, vou fazer uma postagem de um outro anime que assisti um dia desses... Acho que já deu para vocês perceberem que eu tenho um certo fascínio por animes e mangás pouco badalados, mas não é que eu queira posar de otaku nerd, é porque tenho gostos exóticos hahahahahaha.... e tipo, gomen ne, eu não gosto de Naruto, então, ao invés de assistir quase 500 episódios, prefiro ocupar meu tempo vendo animes mais interessantes... Ufa, pronto, desabafei... Mas vamos ao que nos interessa de fato!!

Título: エルゴプラクシー/ Erugo Purakushii/ Ergo Proxy
Direção/Roteiro: Murase Shukou / Satou Dai
Estúdio: Manglobe
Gênero: Cyberpunk, Mistério, Sci-fi, Suspense
Publicação: Anime - 23 episódios (2006)

Ergo Proxy, anime (2006)

Sinopse: Ergo Proxy se passa em uma cidade utópica e futurística pós-apocalíptica (universo distópico), chamada Romdo, onde humanos e robôs coexistem em paz e harmonia, graças ao “sistema”, que induz a sociedade a simplesmente descartar suas emoções e apenas consumir. Porém, um homicídio abala as estruturas da cidade, e Re-I Mayer, uma jovem e ambiciosa investigadora é chamada para resolver o mistério por trás do assassinato. Conforme ela se aprofunda na investigação, descobre um segredo que ameaça mudar Romdo para sempre.



Confesso que no início era meio difícil entender o anime. E tinham episódios em que eu achava que tinha entendido tudo e de repente, bah!, caía sem entender nada. Então, reassisti a alguns episódios e as coisas foram aclarando na minha mente e cheguei à conclusão de que Ergo Proxy entrou para a lista dos animes mais fodas que já vi!! \\oooo

Os robôs que coexistem com os humanos em Romdo são chamados de AutoReivs. Os que servem de companhia são chamados de companhia e os que desempenham tarefas são chamados de Estourages. Re-I Mayer tem um parceiro AutoReiv, Iggy, que ao longo da história também será infectado pelo vírus Cogito.

O vírus Cogito é o responsável por dar consciência aos AutoReivs, que tomados por essa nova consciência, sentem raiva, ódio, ira, sobretudo, sentimentos sombrios que os levam a cometer crimes, como o assassinato que abala a pacata existência das pessoas em Romdo.

Romdo é uma cidade protegida por um tipo de redoma de segurança que não permite nem a saída e nem a entrada de pessoas ou robôs. Já que para o governo de Romdo, as pessoas que não moram lá é porque são perigosas ou quiseram fugir, por isso foram banidas como castigo.


Embarcação usada por Vincent e Pino fora dos domínios de Romdo.

Mas vamos agora aos spoilers, então, já avisando ou relembrando... é por sua conta e risco selecionar os trechos mais comprometedores para ler...

Re-I encabeça a investigação de um crime. O assassinato cometido por um AutoReiv. Mesmo sendo neta do regente da cidade, Donov Mayer, ela desconhece os segredos por trás do governo dele. Por desconhecer a verdade, Re-I começará a se envolver numa trama maior e é afastada do caso. Nesse ínterim, ela se depara com Vincent Law, o único estrangeiro que mora em Romdo. E aquele ser enigmático coexistindo em Romdo juntamente com os acontecimentos estranhos motivados pelo vírus Cogito, levarão Re-I a desvendar os mistérios de Romdo e a tomar conhecimento da existência dos Proxys ou Ergo Proxys, os semi-deuses ou imortais tidos como a chave para a sobrevivência humana, além de outros mundos além da redoma da cidade. Mas o que Re-I não sabe é que se aventurar numa jornada fora de Romdo só anteciparia sobre ela o destino dos Proxys em sua vida, já que ela conhece o Ergo Proxy mais importante de todos os Proxys e ainda se apaixona por ele. A origem dos Proxys é contada no anime e a importância deles também. Porém, os Proxys não são deuses, apenas o Ergo Proxy que é. Por essa razão, ele é perseguido pelos outros Proxys, pois cada Proxy tem algum ressentimento ou mágoa em relação ao Ergo Proxy. Re-I ficará no meio desse fogo cruzado. Pois no seu passado, ela tem ligação com eles. **** fim do spoiler****



Uma das personagens mais intrigantes de Ergo Proxy é Pino. Pino é uma AutoReiv de companhia criança. Pino é contaminada pelo vírus Cogito, mas não manifesta os sintomas agressivos que os demais AutoReivs. Pino não oferece perigo a ninguém, ela age como uma criança humana, com emoções e sentimentos humanos. Mas ela é muito fofa!! Ora ela aparece usando sua fantasia de coelhinho que ela ama, ora, aparece usando macacão. Sua paixão é desenhar, porém, sua grande fixação é Vincent Law e ela nunca o deixa sozinho.

Mas uma coisa que me incomodou bastante é que não fica claro o porquê de apenas a Pino não manifestar os sintomas do vírus. Ela é algum tipo de AutoReiv evoluído? Nem isso aparece como suspeita. E eu fiquei esperando um tempão ao longo dos episódios por algo que explicasse esse caso particular. Iggy, o AutoReiv de Re-I Mayer é infectado, mas finge não estar. Entretanto, por sentir ciúmes de Re-I Mayer ele manifesta os sintomas. Mas também não há explicação para ele conseguir esconder isso. A suspeita que fica no ar é que alguns AutoReivs conseguiam resistir temporariamente ao vírus, mas aviso que isso é apenas dedução minha.

Uma curiosidade sobre Ergo Proxy é que a escolha da personagem Re-I foi inspirada em uma cantora de rock estadunidense... Olhando para a imagem, já deu para descobrir quem é a cantora em quem a Re-I é inspirada?



Sim, sim... não é coincidência, a Re-I foi criada para se parecer com a Amy Lee, do grupo Evanescence... Mais um motivo para os fãs da Amy assistirem ao anime. E mais uma razão para você também assistir a esse anime intrigante e de tirar o fôlego.

Vale apenas salientar que alguns episódios se passam como se fossem independentes ou como episódios bônus, já que eles não têm ligação com o enredo principal.

A seguir algumas imagens dos personagens e espero que vocês não deixem de assistir aos episódios. Super recomendo!!


Anime legendado em português:
Download: Anbient
Ver online: Animeq; Anitube; Crunchyroll

Entenda porque os links foram removidos
 

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